A confiança é a moeda da era da IA. E ela está em queda, em todo o mundo, diante das dificuldades das empresas de irem além da mera mecânica da IA para abordar o seu verdadeiro custo e valor. O “porquê” e o “para quem”, na opinião de Justin Westcott, presidente de tecnologia global da Edelman.
Globalmente, a confiança nas empresas de IA caiu para 53%, abaixo dos 61% de cinco anos atrás. Mas nós, brasileiros, confiamos hoje na mesma medida que desconfiamos (gráfico abaixo).
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Relatório global da Capgemini mostra por que tecnologia não é mais o gargalo — e como a lentidão organizacional ameaça a competitividade.
A tecnologia amadureceu. Porém, organizações, processos e governança não acompanharam a velocidade da IA em escala.
A equação "IA + supervisão humana" redefine aprendizagem, reduz desigualdades e cria novo padrão de qualificação. A IA vira infraestrutura cognitiva, reconfigurando talento, ensino e competitividade.
Em 2026, o maior risco de IA pode ser o excesso de modelos e a ausência de integração. O contexto se perde. E o ROI também.
O desafio agora é manter neutralidade e valor estratégico em um ambiente que tende à manipulação invisível.
Relatórios da IBM e da Deloitte apontam na mesma direção: empresas só extraem valor de IA quando CDOs garantem governança, integração e métricas consistentes para os dados.
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