Empreender nas fronteiras mais longínquas da tecnologia, e falar de CRISPR, fusão nuclear, hidrogênio verde, proteínas sintéticas, retirada de carbono da atmosfera, carne cultivada em laboratório, siglas estranhas de grandes modelos de IA Generativa e coisas assim, que algumas vezes levam anos para se materializar, é uma atividade "solitária e confusa", diz o neurocientista Joseph DeBruin, CEO e cofundador da comunidade Backdrop e ex-diretor do Research Gate, uma rede profissional para pesquisadores com mais de 20 milhões de membros.
DeBruin publicou recentemente um resumo dos principais insights que levantou entrevistando mais de 50 founders de crypto, climatetechs, IA e biotechs. Quatro das categorias mais quentes dentre as startups de frontier technology ou frontier spaces — áreas localizadas nos limites mais distantes do conhecimento ou realização de diferentes setores.
Toda vez que fiascos como os de Elizabeth Holmes e a Theranos acontecem, uma sombra atrapalha a vida de startups ligadas a ciência, saúde, clima, biotecnologia e outras áreas, cujos produtos ou serviços demandam conhecimento científico de quem investe, para acreditar no pitch de quem empreende. "Você tem que persuadir os investidores de que vai fazer o impossível. E eles precisam entender o que estão apoiando", diz Andrew Scott, sócio da 7percent Ventures, à Insider.
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