Mais da metade dos CEOs colocam a construção de novos negócios como uma de suas principais prioridades. Como parte da estratégia de crescimento corporativo, o lançamento de iniciativas no modelo semelhante ao de startups preenche a lacuna que a velocidade e escala do P&D não comportam. Para acessar a inovação, ter um programa de “venture building” é um caminho. O outro é investir em “venture factory”.
No modelo “venture factory”, as organizações colocam de pé estruturas internas dedicadas à criação, incubação e escalabilidade de novos negócios. Empresas que dominam esse modelo são duas vezes mais propensas a obter sucesso e, em média, geram 12 vezes mais receita no quinto ano de operação de um novo negócio, se comparadas a empresas iniciantes. A grande maioria (90%) dos investidores defendem que as empresas aumentem ou, no mínimo, mantenham seus investimentos nessa frente, segundo um levantamento da McKinsey. Essas iniciativas devem responder por mais da metade do crescimento das empresas nos próximos anos.
O modelo de venture factory entrega velocidade, eficiência no uso de ativos corporativos, gestão de riscos via portfólio e potencial de crescimento exponencial. Em um cenário global em que as barreiras entre incumbentes e startups estão diminuindo, o diferencial está em quem consegue transformar inovação primeiro em processo e depois em valor.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
A corrida pelo domínio dos satélites entra em nova fase: como Amazon, Starlink e Hawkeye 360 estão redesenhando um mercado de US$ 22 bilhões
O Brasil lidera as preferências: mais de 70% dos investidores globais o apontam como o destino mais atraente da América Latina
A região lidera na esperança, mas o estresse ainda pesa. Para as lideranças empresariais, os dados revelam tanto oportunidades quanto alertas que exigem ação imediata
Relatório da Gallup com 128 mil trabalhadores mostra que o verdadeiro gargalo da transformação digital está na liderança, não nos algoritmos
A cibersegurança deixou de ser apenas uma questão técnica. Entenda como conselhos de administração precisam evoluir para governar riscos digitais na era da IA
Depois do boom de investimentos da década passada, o mercado entra em um momento mais seletivo. Fundos priorizam eficiência, governança e modelos sustentáveis de crescimento
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
