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SUV elétrico Jaguar I-PACE da Waymo.
INOVAÇÃO

Transporte Inteligente: Entenda por que 2025 será o Ano dos Veículos Autônomos

Com avanços em sensores e tecnologias como LiDAR e Inteligência Artificial, esse ano promete ser o marco para o futuro do transporte sem motorista

A Consumer Electronics Show (CES) costuma servir como palco global para empresas exibirem suas últimas inovações em tecnologia de consumo. Na feira deste ano, os avanços na tecnologia de Veículos Autônomos (AV) foram destacados por várias empresas, sinalizando uma mudança transformadora nas tecnologias de transporte. Mais veículos autônomos de nível 4, capazes de operar sem intervenção humana em certas condições, e veículos autônomos de nível 5, que não exigem nenhuma intervenção humana, deverão ser vistos rodando nas cidades e estradas mundo afora.

No geral, a perspectiva é positiva. E os cronogramas, ambiciosos. Os OEMs estão impulsionando a rápida implantação de veículos autônomos e o crescimento de tipos de sensores que sustentam a tecnologia. A ABI Research prevê que 8 milhões de veículos de consumo enviados em 2025 contarão com tecnologias SAE Nível 3, 4, e 5. Isso, por sua vez, ajudará a impulsionar as remessas de sensores vitais de Detecção e Alcance de Luz (LiDAR) que sustentam a tecnologia. Espera-se que até 36 milhões de unidades LiDAR sejam enviadas em 2025, correspondendo a um valor de mercado de US$ 7,2 bilhões.

Em aplicações totalmente autônomas como as dos robotaxis, soluções mecânicas tradicionais LiDAR muito mais caras, com resolução mais alta para detecção robusta, continuam sendo a opção preferida. Embora o desempenho do LiDAR de estado sólido continue a melhorar, o LiDAR mecânico como parte de um conjunto mais amplo de outros tipos de sensores é atualmente visto como a única opção de curto prazo para permitir a automação completa o mais rápido possível para esses implementadores agressivos. A Waymo, por exemplo, está buscando diversas parcerias importantes para aprimorar sua abordagem multissensor, projetada para fornecer uma compreensão mais abrangente dos arredores do veículo, como bem explica sua co-CEO, Tekedra Mawakana. A ideia é ampliar a segurança, ponto-chave para expansão do serviço.

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