A indústria de IA conversacional explodiu e teve um crescimento imenso na última década. Só o mercado de chatbots de IA, que utilizam Processamento de Linguagem Natural (NLP) e Machine Learning (ML) para funcionar, chegará a 454,8 milhões de dólares em 2027, segundo o Statista. O que parecia apenas uma ferramenta de atendimento ao cliente, hoje está agregando valor aos processos de negócios, sendo usados pelas marcas para construir um sólido pipeline de vendas, atingir objetivos de marketing, habilitar o comércio, impulsionar o engajamento, induzir a fidelidade à marca, e por aí vai. Setores como comércio eletrônico, varejo, saúde, finanças, imóveis, educação e viagens têm estado na vanguarda do uso. Mas…
Desde os recentes episódios com o LaMDA, do Google, e o BlenderBot 3, da Meta, que os pesquisadores e desenvolvedores têm se perguntado sobre a viabilidade da próxima geração de chatbots, alimentada pelos grandes modelos de linguagem. Torná-los poderosos o suficiente para serem úteis, evitando respostas prejudiciais, é uma tarefa que vem se demonstrando nada trivial, assim como não é trivial a ideia de fazer com que o chatbot melhore a cada chat e se adapte ao que os clientes dizem e fazem.
Modelos como o GPT-3 ensinam que, em uma conversa, tentam dar a resposta mais provável, conforme o contexto e todas as conversas que tiveram acesso em seu treinamento. Na prática, o chatbot nem sempre dará as mesmas respostas para as mesmas perguntas.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Modelos de linguagem genômica já conseguem projetar genomas virais funcionais. O avanço promete novas terapias e muda a escala do debate sobre biossegurança.
Uma pesquisa com 300 profissionais de cultura e RH mostra que o problema não é falta de discurso — é a distância entre o que a liderança diz e o que ela recompensa, tolera e reforça todos os dias
Apenas de 10% a 20% das tarefas empresariais exigem os modelos mais poderosos. O roteamento multimodelo transforma essa diferença em economia.
As vendas anuais de humanoides fabricados na China devem mais que dobrar em 2026, para cerca de 28.000 unidades
Tem mais: a IA já entrou na avaliação de desempenho dos CEOs, mas ainda não entrou nos sistemas que medem esse desempenho.
Uma linha emergente de pesquisas começa a tratar "mental load" como recurso organizacional, com efeito direto sobre a qualidade das decisões.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
