Não é de hoje que o alinhamento entre produto, tecnologia e outras áreas é necessário para eliminar silos organizacionais e garantir que toda a empresa esteja caminhando na mesma direção. Os times de Produto e Tecnologia estão ganhando mais peso nas decisões estratégicas da empresa, como aponta o relatório “Leading Tech Report 2024”.
De acordo com o relatório, 26% das organizações já posicionam essas áreas como lideranças na definição de estratégias de negócio, enquanto 53% ainda as veem como coadjuvantes. A comunicação da estratégia é um dos gargalos: entre os entrevistados, 18% apontaram a falta de clareza como problema e outros 18% citaram a baixa frequência na comunicação.
Outro ponto que o estudo mostrou é que existe uma desconexão entre métricas que pode comprometer a capacidade de gerar resultados: enquanto as áreas de Produto são cada vez mais responsáveis por indicadores de “outcome” (67%), Tecnologia ainda se concentra em “outputs” (58%). As métricas utilizadas incluem:
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Craig Flower, recém-nomeado COO da Zendesk, explica como a empresa saiu de 20% para 65% de auto-resolução no próprio atendimento — e o que isso significa para qualquer empresa que queira usar IA de verdade
Na conferência anual em Denver, a Zendesk apresentou soluções que integram agentes e copilotos em uma força autônoma que deixa para os humanos as decisões mais complexas
O discurso sobre a “morte do SaaS” está dando lugar a outra leitura: a redistribuição histórica de capital na economia de IA. Relatório do PitchBook projeta US$ 8 trilhões em rotação de gastos corporativos até 2030.
Pesquisa anual da Deloitte mostra gerações pressionadas pelo custo de vida que adiaram decisões importantes, adotaram IA mais rápido que suas empresas e redefinem liderança, propósito e saúde mental no trabalho
A psicóloga de Harvard defende que líderes precisam aprender a enxergar melhor no escuro — e que a falsa positividade corporativa tem outro nome: negação
Dois estudos mapeiam os tipos de conselheiros que comprometem a governança corporativa e propõem, cada um a partir de sua perspectiva, formas práticas de lidar com eles
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
