Muitas empresas, coaches executivos e profissionais de RH estão tentando apagar do léxico corporativo a palavra feedback – potencialmente indutora de ansiedade — e favorecendo um conceito conhecido como feedforward, uma visão prospectiva das pessoas, do desempenho e do seu potencial. No fundo, o que estão fazendo é recuperando e redefinindo o verdadeiro valor do feedback: tornar profissionais melhores.
Muitas vezes o feedback é usado de forma errada, concentrando-se apenas nos erros ou sendo subjetivo e esporádico. As pessoas precisam saber se suas ações e atitudes as estão levando na direção certa e no ritmo adequado. O feedback permite que entendam onde estão em sua trajetória profissional e se estão estagnadas, retrocedendo ou progredindo.
Mas a prática de feedback tem um problema fundamental: centra-se no passado e é inconsistente com um mercado cada vez mais dinâmico. É aí que entra o feedforward, uma evolução do feedback tradicional, com o futuro como foco para as interações entre lideranças e colaboradores, tentando antecipar demandas e problemas em vez de resolvê-los depois que já aconteceram.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Estudo da Deloitte mostra que as empresas tocam várias transformações ao mesmo tempo, mas ainda tratam a gestão de mudança como custo de projeto. O preço aparece em esgotamento, saídas de talentos e valor perdido
Estudo do BCG revela um abismo de 41 pontos na percepção de confiança. A falta de transparência sobre a IA já afeta o empenho das equipes, enquanto os líderes olham para outro lado
Chair de Futuro do Trabalho da Singularity University defende que a responsabilidade pelo uso da IA continue sendo humana. Para gerar valor com a tecnologia, diz ele, as empresas precisam redesenhar toda a cadeia de entrega, começando pela...
Cerca de 56% dos trabalhadores formam a "sala de máquinas" das empresas: o núcleo que faz a operação rodar, mas tem pouco acesso a IA, a capacitação e a boas perspectivas. Só 33% desse grupo confiam na alta gestão
Estudo do IBM Institute for Business Value com 1.500 CHROs e 8.800 funcionários mostra que as empresas que tratam a IA como capital de crescimento redesenham o trabalho, protegem o julgamento humano e reinvestem os ganhos nas pessoas
Pesquisa da WSJ Intelligence e da PMI com 2.507 profissionais mostra que, quanto mais a IA avança no trabalho, mais valiosos ficam julgamento, criatividade e pensamento crítico humanos
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
