Muitas empresas, coaches executivos e profissionais de RH estão tentando apagar do léxico corporativo a palavra feedback – potencialmente indutora de ansiedade — e favorecendo um conceito conhecido como feedforward, uma visão prospectiva das pessoas, do desempenho e do seu potencial. No fundo, o que estão fazendo é recuperando e redefinindo o verdadeiro valor do feedback: tornar profissionais melhores.
Muitas vezes o feedback é usado de forma errada, concentrando-se apenas nos erros ou sendo subjetivo e esporádico. As pessoas precisam saber se suas ações e atitudes as estão levando na direção certa e no ritmo adequado. O feedback permite que entendam onde estão em sua trajetória profissional e se estão estagnadas, retrocedendo ou progredindo.
Mas a prática de feedback tem um problema fundamental: centra-se no passado e é inconsistente com um mercado cada vez mais dinâmico. É aí que entra o feedforward, uma evolução do feedback tradicional, com o futuro como foco para as interações entre lideranças e colaboradores, tentando antecipar demandas e problemas em vez de resolvê-los depois que já aconteceram.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Pesquisa anual da Deloitte mostra gerações pressionadas pelo custo de vida que adiaram decisões importantes, adotaram IA mais rápido que suas empresas e redefinem liderança, propósito e saúde mental no trabalho
A psicóloga de Harvard defende que líderes precisam aprender a enxergar melhor no escuro — e que a falsa positividade corporativa tem outro nome: negação
Dois estudos mapeiam os tipos de conselheiros que comprometem a governança corporativa e propõem, cada um a partir de sua perspectiva, formas práticas de lidar com eles
Pesquisa com mais de mil profissionais mostra que empresas continuam investindo em sustentabilidade, mas trocaram o discurso público pelo progresso silencioso
Uma onda de organizações que demitiu em nome da IA está refazendo o caminho, só que agora com custos 27% maiores, equipes que perderam a confiança na liderança e o conhecimento institucional que foi embora junto com os funcionários
Mais da metade dos CEOs ouvidos pelo BCG diz que seus conselhos confundem narrativa midiática com realidade operacional da IA; 60% acreditam que estão sendo pressionados a agir rápido demais
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
