s
Teste com câmera de medição de temperatura, uma das medidas adotadas por empresas para reabertura Crédito: FDA
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Privacidade X volta ao trabalho na pandemia

Os empregadores têm a obrigação de fornecer um local de trabalho seguro para os funcionários, o que pode passar por câmeras termais, termômetros corporais e até recursos de IA

A reabertura das empresas  apresenta aos empregadores novos desafios como parte da próxima fase da pandemia de Covid-19. Com nenhuma vacina ou tratamento conhecido disponível hoje para o novo coronavírus, os empregadores provavelmente experimentarão casos confirmados da doença em seu local de trabalho. Portanto, é a hora de desenvolver planos para resolver essa situação inevitável.

Esses planos passam por garantir o bem-estar de seus trabalhadores.  Os empregadores têm a obrigação de fornecer um local de trabalho seguro para os funcionários, o que tem aumentado as dúvidas sobre a realização de testes térmicos e triagem. Até aqui, métodos usuais para proteger um local de trabalho de um possível surto de Covid-19, segundo levantamento feito pelo escritório de advocacia Mattos Filho.

No mundo todo, a utilização de câmeras termais e termômetros corporais por empregadores torna-se cada vez mais frequente. No Brasil, empresas como Dyno Security, a PoliScan e a Minipa são algumas das empresas que estão oferendo soluções já em uso em aeroportos, por exemplo. E, lá fora, startups começam a aprimorar a tecnologia existente, incorporando inclusive recursos de inteligência artificial. Até a PwC está correndo para criar uma ferramenta de vigilância para monitorar a disseminação do coronavírus nos escritórios e locais de trabalho. E dois cases merecerem destaque: o da CrowdRx e o da Embr Labs.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Gestão sistêmica com IA: o que as empresas ainda não entenderam

Inteligência Artificial

Gestão sistêmica com IA: o que as empresas ainda não entenderam

A maioria das empresas já tem projeto de IA. Quase nenhuma tem arquitetura de decisão. Sem isso, a IA só acelera um sistema ruim.

Sem motorista, sem conversa, sem gorjeta

Inteligência Artificial

Sem motorista, sem conversa, sem gorjeta

Os robotáxis ainda não dominam o mercado. Mas já estão alterando a sua lógica.

SAS Brasil aposta em governança e IA confiável

Inteligência Artificial

SAS Brasil aposta em governança e IA confiável

Em entrevista durante o SAS Innovate 2026, o Country Leader Brazil André Novo explica a nova estrutura da empresa, fala sobre as tecnologias que já estão em produção no Brasil — e as que ainda precisam esperar — e revela por que vi...

Atenção humana: o custo que agentes de IA não exibem na fatura

Inteligência Artificial

Atenção humana: o custo que agentes de IA não exibem na fatura

Supervisão humana mal alocada e workflows sem processo crescem com o uso agêntico; esse custo não aparece em nenhum relatório de infraestrutura.

Aos 50 anos, SAS aposta em IA Agêntica, Gêmeos Digitais e Computação Quântica

Inteligência Artificial

Aos 50 anos, SAS aposta em IA Agêntica, Gêmeos Digitais e Computaç�...

No SAS Innovate 2026, a empresa trouxe suas apostas tecnológicas e culturais que devem guiar os próximos anos da empresa: IA Agêntica com governança integrada, simulação industrial com Gêmeos Digitais e uma plataforma para democratiz...

Quando a IA já compra por você, para que serve uma loja?

Tendências

Quando a IA já compra por você, para que serve uma loja?

Com 68% dos consumidores usando IA nas compras, o relatório da McKinsey e do ICSC revela o novo imperativo do varejo físico: ou a loja tem uma missão clara ou ela não tem razão de existir