s
GESTÃO

Por que é tão difícil abraçar mudanças audaciosas?

Porque talvez estejamos deixando de fazer as pergunta mais difíceis, diz designer, curador e empresário Seth Goldenberg.

Como designer e empresário, Seth Goldenberg teme que a curiosidade esteja à beira da extinção, porque o nosso mundo moderno foi inadvertidamente concebido para erradicá-la. Em seu livro "Curiosidade Radical", publicado no fim de 2022, ele argumenta que como valorizamos o saber acima do aprendizado, e priorizamos o fazer em detrimento do pensar, a curiosidade se tornou uma espécie de ameaça.

Mas não precisa ser assim. Na verdade, a curiosidade é provavelmente o superpoder mais importante que você pode ter num mundo em rápida mudança. Uma maneira de resolver problemas mais complexos.

“A curiosidade radical começa com fazer perguntas melhores", diz ele. Aquelas perguntas que nos levarão a mudanças audaciosas. Toda inovação e todos os insights transformadores significativos começam a partir de perguntas desconfortáveis. Elas nos estimulam a procurar conexões inesperadas, que podem catalisar a transformação. E são a base da curiosidade.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Inteligência Artificial

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Estudo da Deloitte mostra que as empresas tocam várias transformações ao mesmo tempo, mas ainda tratam a gestão de mudança como custo de projeto. O preço aparece em esgotamento, saídas de talentos e valor perdido

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que têm

Inteligência Artificial

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que t�...

Estudo do BCG revela um abismo de 41 pontos na percepção de confiança. A falta de transparência sobre a IA já afeta o empenho das equipes, enquanto os líderes olham para outro lado

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Inteligência Artificial

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Chair de Futuro do Trabalho da Singularity University defende que a responsabilidade pelo uso da IA continue sendo humana. Para gerar valor com a tecnologia, diz ele, as empresas precisam redesenhar toda a cadeia de entrega, começando pela...

A maioria esquecida da revolução da IA

Inteligência Artificial

A maioria esquecida da revolução da IA

Cerca de 56% dos trabalhadores formam a "sala de máquinas" das empresas: o núcleo que faz a operação rodar, mas tem pouco acesso a IA, a capacitação e a boas perspectivas. Só 33% desse grupo confiam na alta gestão

A organização que pensa: por que a IA exige redesenhar o trabalho e colocar o RH no centro

Tendências

A organização que pensa: por que a IA exige redesenhar o trabalho e...

Estudo do IBM Institute for Business Value com 1.500 CHROs e 8.800 funcionários mostra que as empresas que tratam a IA como capital de crescimento redesenham o trabalho, protegem o julgamento humano e reinvestem os ganhos nas pessoas

Pensamento crítico vale mais na era da IA no trabalho

Inteligência Artificial

Pensamento crítico vale mais na era da IA no trabalho

Pesquisa da WSJ Intelligence e da PMI com 2.507 profissionais mostra que, quanto mais a IA avança no trabalho, mais valiosos ficam julgamento, criatividade e pensamento crítico humanos