Certa vez, em uma reunião, perguntei aos executivos de uma organização qual seria a prioridade em termos de investimento em tecnologia para o ano seguinte. Estávamos justamente em um período como este, o de analisar as iniciativas do ano vigente e planejar o próximo ciclo. A resposta foi clara e sem discordância entre os presentes: a empresa queria focar em eficiência operacional.
Até aí, nenhum problema. Gerar mais com menos é um objetivo legítimo e que pode ser alcançado por meio da tecnologia. A minha surpresa foi quando, logo após a resposta coletiva, vi a lista de projetos aprovados para o ano seguinte. Dentre dezenas de alvos de investimentos, apenas dois tinham como foco a eficiência operacional.
Algo estava errado na alocação dos investimentos. Faltava ao grupo de executivos uma maior maturidade em termos de governança de TI, de forma que alinhasse os objetivos do negócio com o entendimento dos impactos desses objetivos na arquitetura tecnológica e nos projetos de TI.
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Há algumas razões para tal dificuldade que se perpetua em todo o mercado, e superá-las passa, necessariamente, pela responsabilidade das lideranças em desenvolver talentos
Riscos aumentam à medida que a TI se torna mais crítica para as operações. Mas muitas empresas ainda tratam a continuidade dos negócios como um problema de TI, apenas. Mentalidade perigosa.
O máximo que uma lista de tendências bem elaborada pode fazer é dar informações e insights para formular boas perguntas, e estas, sim, favorecerem uma melhor tomada de decisão.
Quanto mais a tecnologia se espalha pela empresa, mais importante é essa relação — assim como maiores são os riscos, à medida que a TI se torna mais crítica para as operações.
Se os conselheiros não estão sujeitos a indicadores, como saber se as decisões que estão apoiando são mesmo as melhores para a empresa?
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