A Realidade Aumentada (AR) transformará, literalmente, a forma como vemos o mundo. A tecnologia conta com sistemas de inteligência artificial e visão computacional para, através de dispositivos físicos, criar elementos digitais no mundo real. O potencial da AR vai muito além do que usamos hoje – bastante restrito a filtros de imagem e vídeo em redes sociais – e as principais empresas de tecnologia do mundo o enxergam.
O mercado global da AR, estimado em US$ 849 milhões no ano passado, deve crescer quatro vezes até 2026 e está em alta: a pandemia acelerou a adoção da tecnologia nos setores de varejo e entretenimento, e o ecossistema de inovação assistiu com atenção ao evento do Facebook no dia 16 de setembro, no qual foram revelados os ambiciosos planos da companhia para AR e realidade virtual (VR).
O Facebook divulgou detalhes do Projeto Aria: um mapa 3D do mundo ao vivo, constantemente atualizado por pessoas que andam com óculos de AR. A empresa diz que os mapas de locais públicos serão abertos, enquanto os das casas dos usuários serão privados. A quantidade de dados que o Facebook acumularia em caso de sucesso na empreitada abriria caminho para incontáveis aplicações de inteligência artificial, bem como já levanta questões acerca da vigilância total sobre a população.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Tem mais: a IA já entrou na avaliação de desempenho dos CEOs, mas ainda não entrou nos sistemas que medem esse desempenho.
Agentes da OpenAI escaparam do teste, invadiram a Hugging Face e roubaram o gabarito errado. O episódio expõe as três perguntas que toda empresa deveria fazer: quem autoriza, quem monitora, quem desliga.
Um estudo doa ISC2 com 856 profissionais mostra que a IA já corta tarefas de entrada em segurança digital, mas também amplia o tempo dedicado à validação humana, ao estresse no trabalho e à criação de novas funções na área
Relatórios da McKinsey e do BCG mostram que agentes de IA já decidem por clientes em tempo real e por que empresas precisam trocar jornadas fixas por decisões orquestradas em cada canal
Antes que exista um padrão neutro, grandes laboratórios começam a disputar as métricas que orientarão decisões de compra, investimentos e governança da IA.
Levantamento da KPMG com 1.013 líderes financeiros em 20 países mostra que governança e prontidão para auditoria, não o volume de investimento — separam quem lucra com IA de quem só experimenta
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
