A corrida pelo desenvolvimento de uma IA altamente responsiva esquentou essa semana, com os lançamentos do GPT-4o, pela OpenAI e do Project Astra, pelo Google (resumos dos principais recursos aqui). Os dois produtos nos dizem muito sobre as estratégias das respectivas empresas para a construção de uma killer application para o mercado de consumo, dado que a codificação tenha se tornado o uso mais expressivo dos LLMs até aqui.
Agrupar vídeo, áudio e texto em um “omnimodelo” que se comporta como um assistente universal gratuito que responde perguntas em tempo real começa a despontar como um caminho viável para a democratização do uso da IA a serviço do nosso quotidiano. Algo surpreendentemente poderoso.
Imagine interações tão fluidas quanto as de uma boa conversa, com uma IA capaz de lidar com interrupções naturalmente e executar uma variedade de tarefas, incluindo aquelas que necessitem da visão — e do reconhecimento de objetos e de imagens, inclusive em movimento. É nessa direção que OpenAI e Google caminham esse ano. Modelos que podem conversar sobre o que estão vendo podem destravar uma série de aplicações para a IA. Inclusive porque a combinação de visão, áudio e texto promete ser orientada por contexto. As oportunidades são enormes.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Sequoia aposta em empresas que entregam resultados, não ferramentas. Mas há um problema, segundo os críticos: quando a IA substitui o trabalho, o valor desse trabalho pode desaparecer.
Avanços técnicos e crescimento acelerado ocultam um deslocamento mais profundo: a disputa deixa a infraestrutura e migra para a execução e o design da interação.
Em entrevista, Federico Grosso, vice-presidente da ServiceNow para a América Latina, fala sobre os planos da companhia para a região e explica porque a governança é prioritária para cuidar de uma força de trabalho de agentes autônomo...
Ferramentas de inteligência artificial estão mudando a forma como startups testam hipóteses, constroem produtos e chegam ao mercado
Apenas uma pequena parcela das organizações conseguiu redesenhar trabalho, liderança e gestão de talentos para capturar o potencial real da Inteligência Artificial
O debate no SXSW 2026 e o recuo da OpenAI mostram que o comércio por IA saiu da fase de demonstração e entrou na fase de infraestrutura, governança e adoção real.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
