A adoção de AI Agents está revolucionando o cenário empresarial ao transformar sistemas digitais em colaboradores virtuais capazes de realizar tarefas complexas e adaptáveis. Graças a avanços dos LLMs, como os Large Action Models (LAMs), também conhecidos como Large Agentic Models, agentes não se limitam apenas a fornecer informações; agora, podem planejar, executar e ajustar suas atividades em tempo real, colaborando com humanos e, principalmente, outros agentes de IA, para cumprir objetivos operacionais com agilidade e precisão.
Conceitos como Multi AI Agent e Agentic Mesh estão ganhando força ao promoverem a criação de ecossistemas que permitem a agentes autônomos se encontrarem, colaborarem, interagirem e realizarem transações de forma segura, eficiente e confiável. A ideia é permitir que os agentes de IA trabalhem coletivamente, alavancando suas capacidades únicas para melhorar o desempenho e a eficiência.
A Microsoft, por exemplo, acaba de lançar um sistema multiagente inovador, o Magnetic-One, projetado para lidar com tarefas complexas e abertas em ambientes baseados em arquivos e na web. Ele utiliza uma arquitetura exclusiva onde um agente "Orchestrator" central direciona quatro agentes especializados: WebSurfer, FileSurfer, Coder e ComputerTerminal. Esta divisão de trabalho permite um fluxo de trabalho adaptável, embora não esteja livre de risco de comportamentos inesperados em operações autônomas. O framework é de código aberto e está disponível para pesquisadores e desenvolvedores, inclusive para fins comerciais.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Pesquisa da WSJ Intelligence e da PMI com 2.507 profissionais mostra que, quanto mais a IA avança no trabalho, mais valiosos ficam julgamento, criatividade e pensamento crítico humanos
A nova edição do estudo do SANS Institute mostra como fazer a correlação entre profissionais dedicados no time de cibersegurança e o número de pessoas na empresa para mudar a cultura
Levantamento da Capgemini com 1.300 executivos mostra que cibersegurança é a dimensão mais associada a risco operacional na disputa por controle sobre dados, nuvem e IA
Provedores de modelo passaram a competir com clientes em dois planos. Os contratos padrão cobrem só parte de um deles.
Agentes já conseguem identificar vulnerabilidades, coordenar ações e adaptar o caminho para atingir um objetivo. O problema para empresas muda quando também passam a contornar a supervisão.
A16z levantou US$ 1,1 bilhão para o mundo físico da IA. É para lá que o capital corre em busca de proteção. Mas é lá que se acumulam a concentração, a dívida e os compromissos de longo prazo que podem amplificar o risco.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
