Quem vai ganhar promoção e quem será demitido? A IA é quem vai decidir, de acordo com um levantamento da ResumeBuilder. Mais da metade dos gerentes nos Estados Unidos estão usando IA para tomar decisões sobre aumentos salariais, promoções e demissões. Entre os 1.342 gestores entrevistados para o estudo, 65% afirmam usar ferramentas de IA no trabalho, e 94% desses usam a tecnologia para tomar decisões sobre seus subordinados diretos. Ou seja, quase 6 em cada 10 gerentes já estão delegando, ao menos em parte, o julgamento sobre quem sobe, quem ganha mais e quem vai embora.
Essas decisões de alto impacto não se limitam a tarefas de suporte. Segundo o estudo:
Talvez o dado mais surpreendente do estudo seja o grau de autonomia concedido à IA. Pelo menos 21% dos gestores permitem que a IA tome decisões finais sem qualquer supervisão humana, sendo que 5% fazem isso “sempre” e 16% o fazem “frequentemente”. Outros 24% dizem deixar a IA tomar decisões por conta própria “às vezes”. Ou seja, quase metade dos gestores que usam IA em decisões de pessoal estão dispostos a aceitar os julgamentos da máquina com supervisão limitada.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Estudo da McKinsey mostra que a transformação é estrutural: vantagem competitiva virá do redesenho de fluxos, papéis e governança em um mundo de IA e choque geopolítico.
A queda no preço por token amplia demanda e pressiona ROI, enquanto US$ 1,3 trilhão em CapEX redesenha a indústria até 2027.
Novo Premium All-in-One reúne ferramentas inteligentes de prospecção, posicionamento e recrutamento em um único painel — conectando perfil pessoal e página da empresa
A automação por IA está deslocando valor da interface para dados, controle e orquestração.
Estudos do GPTW, da Gartner e da Harvard Business Review indicam que exigir performance sem recalibrar suporte, cultura e capacitação cobra um preço alto
Dados globais indicam que apenas 2 a 3 horas do dia são realmente produtivas, enquanto o “trabalho sobre trabalho” e a fragmentação da agenda corroem a eficiência
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
