A IA já cria arte, música e filmes. Seria capaz de funcionar como cofundadora de uma startup? Alguns empreendedores defendem que é possível, enquanto outros questionam sua capacidade de substituir um parceiro humano. “Você ainda vai precisar de agentes para lidar com situações complexas. A IA não é o fim — é um novo começo”, diz Reetu Kainulainen, cofundador da Ultimate e atual VP Product Management da Zendesk.
Na linha “um passo de cada vez”, ele defende a integração de IA nas empresas, mas diz que o segredo para dar certo é começar devagar. “Não se trata de implementar a solução mais sofisticada imediatamente. Comece com pequenos experimentos. Teste e veja como a tecnologia pode ajudar a melhorar a eficiência, mas sem esperar perfeição desde o início”, disse durante sua participação no Relate 2025.
Se não como cofundadora, a IA pode ser a vantagem para startups com um time enxuto e muitas ideias. A IA desempenha hoje um papel importante em algumas áreas:
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