Primeiro foram os fones de ouvido com possibilidade de agir como aparelhos auditivos de nível clínico. Agora, a Apple está testando um dispositivo para pessoas com pré-diabetes. O que faz uma Big Tech trilionária cutucar um outro mercado do qual não faz parte? O potencial de crescimento do setor de healthtechs, que deve deve atingir US$ 171,9 bilhões até o final do ano, com projeção de atingir US$ 258,3 bilhões até 2029, segundo a McKinsey.
A Apple, assim como a Microsoft e outras Big Techs que estão testando as águas do segmento de saúde digital entendem que para saírem vitoriosas, precisam ser resilientes – uma característica que se destaca no relatório “State of Health Tech 2024”, da Bessemer Venture Partners. O levantamento revela um setor dinâmico e resiliente, puxado pela inovação tecnológica que, apesar dos desafios relacionados a financiamento, conta com a promessa de novos IPOs.
O setor de health tech passou por um período de correção nos últimos anos e teve de se adaptar primeiro ao impacto da Covid-19, depois à chegada da Inteligência Artificial (IA), que está reformulando processos, operações e negócios inteiros. O que o estudo da Bessemer destaca é que no ano passado, um novo grupo de empresas surgiu e está prosperando em meio a tantas mudanças. A Rock Health estima que 38% dos novos investimentos em saúde estão sendo direcionados para tecnologias habilitadas por IA. É um compromisso claro de que a IA e o Aprendizado de Máquina vão guiar o crescimento do setor.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Pesquisa global com 536 profissionais e 57 líderes de segurança revela adoção recorde de IA, mais falhas reportadas em detecção de ameaças e uma lacuna crescente entre governança declarada e governança praticada
Estudo da Akamai mostra que 47% dos brasileiros já compraram durante uma oferta-relâmpago sem verificar se o site era seguro
Relatório da Pitchbook e da NVCA mostra recordes em captação, valuations e saídas, mas revela que a bonança está concentrada em poucos nomes — com a IA respondendo por 86% do capital investido no semestre
Os conselhos testam candidatos a CEO com simulações, exigem histórico de resultados com IA e priorizam habilidades como orquestração e humildade diante da transformação tecnológica
Estudos de Harvard e Stanford mostram que a IA só melhora o desempenho de um time quando contexto, papéis e cultura são redesenhados junto com a tecnologia e não depois dela
Relatórios do Crunchbase e da AWS mostram um 1° semestre com US$ 510 bilhões investidos em startups no mundo. As empresas nativas em IA atingem valuation bilionário em metade do tempo
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
