A Inteligência Artificial (IA) permanece como um dos fatores a pesar nas decisões de diretores de empresas, quando se pensa em infraestrutura. A tendência apontada pelo relatório do Gartner indica que esse movimento deve se manter forte até 2023.
Os modelos de IA terão de passar periodicamente por um refinamento por parte da equipe de TI para garantir taxas de sucesso, o que pode incluir padronização de pipelines de informação ou integração de modelos de machine learning com streaming de fontes diferentes de informação para entregar as previsões em tempo real.
Levantamento com 1.563 profissionais mostra que 62% das empresas brasileiras já detectaram tentativas de ataque, mas quatro em cada dez organizações da América Latina ainda não conseguem enxergar as próprias falhas de segurança
O discurso mudou em Las Vegas: o desafio agora é fazer agentes operarem em escala, com múltiplos modelos, dados sob controle e humanos responsáveis pelas decisões que importam.
O avanço tecnológico depende menos da capacidade de produzir hipóteses do que da capacidade de descartá-las. É o que separa as empresas em que a IA acelera a inovação daquelas em que ela apenas acelera o erro.
Políticas e comitês não bastam quando a autoridade pode expirar no tempo e se ampliar pelo caminho. As empresas terão de construir uma camada capaz de identificar, limitar, revalidar e revogar o poder de cada agente antes que a ação a...
Reguladores, coalizões, protocolos da IETF e produtos tentam evitar que a capacidade de um agente vire autoridade só porque ele encontrou um caminho técnico até a ação.
Quando agentes passam a agir sozinhos, é preciso decidir, no ponto de execução, se a ação ainda está dentro da autoridade que foi concedida.
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