A Inteligência Artificial (IA) permanece como um dos fatores a pesar nas decisões de diretores de empresas, quando se pensa em infraestrutura. A tendência apontada pelo relatório do Gartner indica que esse movimento deve se manter forte até 2023.
Os modelos de IA terão de passar periodicamente por um refinamento por parte da equipe de TI para garantir taxas de sucesso, o que pode incluir padronização de pipelines de informação ou integração de modelos de machine learning com streaming de fontes diferentes de informação para entregar as previsões em tempo real.
Um estudo doa ISC2 com 856 profissionais mostra que a IA já corta tarefas de entrada em segurança digital, mas também amplia o tempo dedicado à validação humana, ao estresse no trabalho e à criação de novas funções na área
Relatórios da McKinsey e do BCG mostram que agentes de IA já decidem por clientes em tempo real e por que empresas precisam trocar jornadas fixas por decisões orquestradas em cada canal
Antes que exista um padrão neutro, grandes laboratórios começam a disputar as métricas que orientarão decisões de compra, investimentos e governança da IA.
Levantamento da KPMG com 1.013 líderes financeiros em 20 países mostra que governança e prontidão para auditoria, não o volume de investimento — separam quem lucra com IA de quem só experimenta
Pesquisa da JLL com mais de 2.200 executivos em 21 países revela que a lacuna de competências ultrapassou as restrições de orçamento como principal barreira à transformação por IA
Pesquisa global com 536 profissionais e 57 líderes de segurança revela adoção recorde de IA, mais falhas reportadas em detecção de ameaças e uma lacuna crescente entre governança declarada e governança praticada
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