A Inteligência Artificial (IA) permanece como um dos fatores a pesar nas decisões de diretores de empresas, quando se pensa em infraestrutura. A tendência apontada pelo relatório do Gartner indica que esse movimento deve se manter forte até 2023.
Os modelos de IA terão de passar periodicamente por um refinamento por parte da equipe de TI para garantir taxas de sucesso, o que pode incluir padronização de pipelines de informação ou integração de modelos de machine learning com streaming de fontes diferentes de informação para entregar as previsões em tempo real.
Getty, Character.AI e Wipro mostram como dívida, custo de computação e ganho de produtividade pressionam modelos de negócio diferentes.
A Inteligência Artificial não transforma bagunça em eficiência, mas processa a bagunça mais rápido, cobra por token e deixa a dívida técnica mais difícil de ignorar.
Leitura cruzada de dois estudos recentes da Microsoft e da PwC mostra que IA, ecossistemas de fornecedores e resiliência dominam a agenda de segurança cibernética
Avisos de descontinuação encurtam o horizonte de retorno e transferem às empresas a conta da depreciação tecnológica.
Para Walter Hildebrandi Filho, CTO Latam da Zendesk, as empresas brasileiras têm fome de IA. Mas o avanço depende de arrumar a casa, integrar sistemas, medir resolução em vez de velocidade e ganhar a confiança de empresas e consumidore...
Cerca de 56% dos trabalhadores formam a "sala de máquinas" das empresas: o núcleo que faz a operação rodar, mas tem pouco acesso a IA, a capacitação e a boas perspectivas. Só 33% desse grupo confiam na alta gestão
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