Muitas das mudanças tecnológicas que estão acontecendo agora — o surgimento da IA Generativa, a ascensão de mundos virtuais, réplicas virtuais de nós mesmos e o desenvolvimento da Neurotecnologia que agora pode quantificar o cérebro — podem parecer que foram retiradas diretamente das páginas de um livro de ficção científica, mas já estão se tornando uma realidade cotidiana. Reimaginar o trabalho sem fronteiras em meio a essas disrupções não é mais hipotético — ou opcional.
Já estamos operando em um mundo em que o trabalho não é mais definido por empregos, o local de trabalho não é mais um lugar específico, muitos trabalhadores não são mais funcionários tradicionais e os recursos humanos não são mais uma função isolada. Essas fronteiras, antes assumidas como a ordem natural das coisas, estão caindo e os modelos tradicionais de trabalho estão se tornando sem fronteiras. É hora de negociar as regras, construções operacionais e proxies do passado. Priorizar o desempenho humano pode ajudar as organizações a dar o salto necessário.
A pesquisa "Global Human Capital Trends de 2024", da Deloitte, revela que um foco no fator humano está surgindo como a ponte entre saber quais mudanças estão moldando o futuro do trabalho e fazer coisas para trazer um progresso real em direção a acioná-las para criar resultados positivos. Fica claro pelas respostas de mais de 14 mil entrevistados, em 95 países, que quanto mais o trabalho se torna sem fronteiras, mais importantes as capacidades exclusivamente humanas — como empatia e curiosidade — se tornam necessárias e demandadas.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Relatório global da Capgemini mostra por que tecnologia não é mais o gargalo — e como a lentidão organizacional ameaça a competitividade.
A tecnologia amadureceu. Porém, organizações, processos e governança não acompanharam a velocidade da IA em escala.
A equação "IA + supervisão humana" redefine aprendizagem, reduz desigualdades e cria novo padrão de qualificação. A IA vira infraestrutura cognitiva, reconfigurando talento, ensino e competitividade.
Em 2026, o maior risco de IA pode ser o excesso de modelos e a ausência de integração. O contexto se perde. E o ROI também.
O desafio agora é manter neutralidade e valor estratégico em um ambiente que tende à manipulação invisível.
Relatórios da IBM e da Deloitte apontam na mesma direção: empresas só extraem valor de IA quando CDOs garantem governança, integração e métricas consistentes para os dados.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
