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Oferecer educação financeira juntamente com produtos para crianças é parte do escopo das novas fintechs Crédito: Pixabay
INOVAÇÃO

Fintechs mostram que mexer com dinheiro também é coisa de criança e adolescente

Startups voltadas para menores de idade oferecem produtos digitais, como cartão de débito e Pix, para ajudar a educar financeiramente esse público.

Em uma ilha virtual, um avatar pode ter aulas de educação financeira na escola, conversar com o gerente do banco e fazer compras no mercado. Por trás do personagem virtual está uma criança ou um adolescente. Esse é o metaverso criado pela Edfintech Tindin para fortalecer a educação financeira dos jovens. A empresa é apenas uma das startups focadas em trazer soluções bancárias para o público menor de 18 anos. Somando educação financeira ao acesso a produtos digitais, neobanks e fintechs buscam ofertar produtos compatíveis com o novo formato de consumo dos mais jovens. Em um mundo de e-commerce, só dar mesada e colocar as moedinhas no cofrinho não basta mais.

Nesse segmento, a parte educacional ganha ainda mais destaque já que a proposta também é entregar um formato para crianças e adolescentes aprenderem na prática a usar os produtos financeiros. No caso da Tindin, a simulação de situações reais é a chave para trazer esse ambiente controlado de aprendizado. Além do metaverso, a startup também oferece uma conta digital para seus clientes.

Já na fintech focada em adolescentes Z1 a ideia é aprender na prática com o uso do cartão de “crébito” - um cartão que passa no crédito, mas só funciona se o valor a ser pago estiver na conta. Assim, é possível fazer compras online e manter uma margem mais segura de erros, evitando dívidas. A startup foca ainda em conteúdos educacionais nas redes sociais, como o TikTok, onde são explicados conceitos de finanças de forma descomplicada.

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