O termo Femtech foi cunhado em 2016, pela cofundadora do aplicativo Clue, Ida Tin. Desde então, essas startups voltadas para a saúde da mulher ganharam força globalmente, e uma delas, a Maven Clinic, até se tornou unicórnio em agosto. No Brasil, o ecossistema ainda está em sendo desenhado, mas há a expectativa de que o interesse dos investidores mundo afora acabe refletindo aqui. Espaço para crescer não falta, em uma país cuja população feminina era de 109,4 milhões (52,2% do total), em 2019.
Mundialmente, as Femtechs ultrapassaram a marca de captação de US$ 1 bilhão pela primeira vez em um ano, ao receberem US$ 1,147 bilhão em investimentos de venture capital até 7 de setembro de 2021, de acordo com o Pitchbook. Mesmo com o crescimento dos aportes nos últimos tempos, a análise é que mais capital precisa entrar na indústria para fomentar a inovação.
A expectativa é que o mercado global de Femtech atinja US$ 75,74 bilhões em 2026, de acordo com a Arizton Advisory & Intelligence. Vendo os movimentos internacionais e o número de problemas existentes no Brasil, o segmento é cheio de oportunidades e empreendedoras brasileiras acreditam que o ecossistema deve crescer rapidamente.
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