No início deste ano, a Microsoft já havia feito questão de adicionar um botton bar de IA aos PCs com Windows. E de tornar "Copilot" uma marca onipresente em seus sistemas. Ontem, na conferência Build, foi além, com a apresentação da nova linha de PCs Copilot + e de um novo recurso do Windows 11, chamado Recall, capaz de conceder uma memória fotográfica a todos que comprarem um PC Copilot+".
O Recall usa uma variedade de pequenos modelos de linguagem executados em combinação no próprio PC. Isso contrasta com agentes da OpenAI ou do Google, que usam modelos de linguagem grandes executados na nuvem. A Microsoft diz que essa abordagem oferece melhor desempenho, menor latência e mais privacidade e benefícios ambientais e de custo. Os usuários poderão digitar detalhes sobre o arquivo que desejam localizar ou usar um controle deslizante para visualizar a memória digital do PC em ordem cronológica. E quando encontrarem o que desejarem, salvar a imagem ou o texto diretamente do recurso Recall, ou abrir o arquivo subjacente, sem precisar saber onde está armazenado.
Trocando em miúdos, a Microsoft está convencida de que a IA reformulará a computação de maneiras que mal podemos imaginar, mas primeiro ela precisa de alguns exemplos tangíveis para provar esse potencial. Os PCs Copilot+ são a visão da Microsoft de hardware Windows, carro-chefe e pioneiro em IA. E o Recall, o primeiro passo em direção à IA como sistema operacional da computação moderna, segundo alguns analistas.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Token é pingo de torneira: um não custa nada, milhões por dia viram a conta do mês. Assim a IA chegou a 25% dos orçamentos de TI para 2027, desafiando a indústria a ser mais transparente
Na véspera da abertura da Copa do Mundo no Brasil, o Google reuniu executivos, parceiros e convidados em São Paulo para anunciar lançamentos que vão de IA aplicada ao futebol e à saúde até novos recursos do Gemini, do YouTube e da Bu...
De deepfakes de executivos a agentes de IA manipulados por instruções ocultas, os ataques de identidade digital evoluíram, mas os programas de defesa da maioria das organizações ainda operam no passado
Versão Claude Fable 5 estreia um jeito novo de vender IA avançada: quase toda a capacidade do modelo, com um filtro de segurança decidindo o que fica de fora.
Pesquisa global com quase 12 mil profissionais mostra que 74% dos trabalhadores já usam IA regularmente — mas a maioria das organizações ainda não sabe como converter esse uso em valor real
Empresas contratam trabalhadores domésticos para coletar os dados que vão treinar humanoides. A disputa por esse ativo pode definir os vencedores da próxima onda da IA.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
