A saúde mental dos brasileiros nunca foi tão debatida — nem tão negligenciada. Os números confirmam: quase meio milhão de pessoas foram afastadas do trabalho por transtornos mentais e comportamentais em 2024, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Na comparação com o ano anterior, houve um crescimento de 68%, com as licenças médicas saltando para 472.328, provocado em parte pela situação do mercado de trabalho e pelas cicatrizes da pandemia, segundo especialistas.
Para Tatiana Pimenta, fundadora e CEO da Vittude, healthtech que opera no segmento B2B conectando psicólogos a pessoas que buscam terapia, a realidade é preocupante — mas não surpreendente. “A escalada do adoecimento já vinha de anos atrás. Agora estamos só enxergando as consequências”, afirma.
Quando a Vittude surgiu em 2016, Tatiana vinha da experiência de procurar psicólogos que atendessem planos de saúde e entendeu que aquele era um problema que poderia se transformar em uma startup. No final de março, a empresa realizou a 6ª edição do Vittude Summit, evento de saúde mental corporativa que reuniu executivos, líderes de RH e especialistas do Grupo Boticário, Sodexo e Bradesco, entre outras companhias, para promover trocas estratégicas sobre regulamentações como a NR-1 e o futuro da saúde mental nas empresas. Foram 23 palestras e painéis, networking conversas que devem render ainda muitas reflexões.
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