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Com soluções digitais, as operadoras móveis virtuais buscam atender melhor o cliente e reduzir a insatisfação dos consumidores com os serviços de telefonia móvel Crédito: Unsplash
INOVAÇÃO

Depois das finanças, é hora de disruptar o setor de telecomunicações

Com serviços digitais, as MVNOs oferecem uma melhor experiência de consumo e mais transparência. O objetivo é resolver as dores causadas pela dominação das grandes operadoras

As fintechs revolucionaram o mercado financeiro ao oferecer produtos digitais mais alinhados com as demandas do consumidor — não é à toa que o Nubank se tornou o banco mais valioso da América Latina. Agora, chegou a vez do setor de telecomunicações. Os disruptores da vez são as operadoras móveis virtuais (MVNOs ou mobile virtual network operator, em inglês). Com soluções digitais, essas empresas buscam atender melhor o cliente e reduzir a insatisfação dos consumidores com os serviços de telefonia móvel.

Um dos grandes problemas do setor é a concentração: as quatro maiores prestadoras do serviço representavam 96,9% do total de acessos do país, no segundo semestre de 2020, de acordo com a Anatel. Isso reflete na insatisfação do cliente, elevando o Churn. Segundo o boletim “Consumidor em Números 2020”, da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), o setor de telecomunicações foi o mais reclamado de 2020. As MVNOs buscam mudar essa realidade, com a oferta de um serviço melhor e mais transparente.

“Em mercados muito concentrados como este, um timing preciso e o time certo são catalisadores para o surgimento de grandes empresas. Foi assim que o Nubank disruptou o segmento financeiro e entendemos que o de telecom está prestes a vivenciar algo parecido”, afirma Guilherme Weege, CEO do grupo Malwee, um dos investidores na Nomo.

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