O que sua organização pode realmente fazer com a IA? Esta é a pergunta que todas as empresas devem se fazer, mesmo que inicialmente pareça ser uma pergunta boba — afinal, há muitas opções. Paradoxalmente, é justamente essa abundância de casos que torna a IA complicada.
Infelizmente, a maioria das empresas não possui uma estratégia de IA, embora já está usando a tecnologia. Elas sabem que a IA consegue transformar. Também sabem que é um investimento que requer tempo, recursos e atenção. O que torna ainda mais importante fazer valer seus esforços e investirem seu tempo com sabedoria.
Então, para de se perguntar se a IA será importante e comece a definir como ela será importante.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Empresas que usam o humano para guiar decisões sob incerteza constroem agentes mais confiáveis, governáveis e difíceis de copiar.
Relatório global da Capgemini mostra por que tecnologia não é mais o gargalo — e como a lentidão organizacional ameaça a competitividade.
A tecnologia amadureceu. Porém, organizações, processos e governança não acompanharam a velocidade da IA em escala.
A equação "IA + supervisão humana" redefine aprendizagem, reduz desigualdades e cria novo padrão de qualificação. A IA vira infraestrutura cognitiva, reconfigurando talento, ensino e competitividade.
Em 2026, o maior risco de IA pode ser o excesso de modelos e a ausência de integração. O contexto se perde. E o ROI também.
O desafio agora é manter neutralidade e valor estratégico em um ambiente que tende à manipulação invisível.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
