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STREAMING

Como a abundância de streaming criou um novo mercado

A startup brasileira MixMe se inspira em cases de sucesso nos EUA e na Europa para resolver a “bagunça” das plataformas de filmes e séries

Por João Ortega 27/04/2021

Nunca houve tanto conteúdo em vídeo para consumo sob demanda. Assistir a um filme, a um capítulo de uma série ou a um vídeo caseiro feito com a câmera do celular está a poucos cliques de distância de qualquer pessoa com acesso à internet. Tantas possibilidades, no entanto, tornaram a tomada de decisão mais difícil. O mercado virou, como define o New York Times, “uma bagunça indomável”.

Mesmo excluindo as plataformas de vídeos criados pelo usuário, como YouTube e outras redes sociais, o tempo gasto para decidir o que assistir tornou-se uma dor do mercado de streaming. Um estudo de UX do Netflix no final de 2018 mostrou que, de acordo com os usuários, um dos principais pontos fracos do serviço era não encontrar conteúdo relevante com rapidez. Eles gastavam muito tempo percorrendo conteúdo irrelevante com o qual não se sentiam identificados.

Onde há dor de mercado, existem startups tentando encontrar uma solução. No Brasil, a MixMe é um dos players que quer “domar” a bagunça do streaming de vídeo sob demanda. Lançado no início de abril, a primeira versão organiza todo o conteúdo disponível em um mesmo lugar. O usuário seleciona os serviços dos quais é assinante, além dos gratuitos, e pode criar listas com conteúdo das diferentes plataformas.

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