s
TENDÊNCIAS

Comida como remédio atrai investimentos

Food-as-medicine, conceito de que alimentos funcionais podem ter funções terapêuticas, além de nutricionais, representa um mercado avaliado em US$ 137 bilhões em 2026

O mundo vem enfrentando uma epidemia global de doenças crônicas relacionadas à dieta. Uma em cada cinco mortes em todo o mundo pode ser atribuída a uma dieta abaixo do ideal”. Em resposta a essa realidade vem crescendo o interesse dos VCs no mercado food-as-medicine, posicionado entre os mercados de nutrição e de saúde, assumindo várias formas, das refeições sob prescrição médica às refeições saudáveis, do consumo de alimentos funcionais aos programas de nutrição personalizados.

O conceito é o de que os alimentos que ingerimos podem desempenhar um papel não apenas nutricional, mas também lidar com nossa energia, humor, sono e até problemas de saúde. E o apelo econômico anima. Até 2026, o mercado global de alimentos funcionais deverá crescer para US$ 137,1 bilhões. Só nos EUA, as refeições sob prescrição médica podem economizar US$ 13,6 bilhões ao ano e evitar 1,6 milhão de hospitalizações.

“Estamos nos estágios iniciais de um momento empolgante”, disse Sanjeev Krishnan, diretor de investimentos e diretor-gerente da S2G Ventures, patrocinadora da Food, Nutrition and Health Investor Coalition, iniciativa que, em outubro de 2022, decidiu investir US$ 2,5 bilhões até 2025 em novas maneiras de melhorar a saúde, tornando os alimentos nutritivos mais saudáveis e acessíveis.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

IA Executiva: Como levar o julgamento do CEO para toda a empresa

Inteligência Artificial

IA Executiva: Como levar o julgamento do CEO para toda a empresa

É possível usar a IA para codificar os critérios de decisão da alta liderança e distribuí-los pela organização. Mas o caminho tem armadilhas: ideias que podem se repetir, dogmas herdados pelo sucessor e riscos jurídicos

O que acontece quando agentes de IA criam a própria sociedade

Inteligência Artificial

O que acontece quando agentes de IA criam a própria sociedade

Experimentos do MIT e de outros laboratórios mostram que agentes de IA podem se organizar, dividir tarefas e acumular tecnologia sem comando central, e que regras escritas não bastam para evitar o colapso

Robôs, data centers e governo: a nova lista de desejos da Y Combinator

Inteligência Artificial

Robôs, data centers e governo: a nova lista de desejos da Y Combinato...

No Requests for Startups Winter 2027, a aceleradora pede soluções em hardware, infraestrutura, finanças e governo para levar a IA à economia real

Habilidades do futuro: trabalhador brasileiro pesquisa IA, mas estuda idiomas

Tendências

Habilidades do futuro: trabalhador brasileiro pesquisa IA, mas estuda...

Relatório da Unico Skill mostra que as matrículas em idiomas cresceram 87,9% em um semestre. Gary Bolles, da Singularity University, explica por que a tradução automática não substitui aprender uma língua

Cibersegurança: conselhos sabem do risco, mas ainda não estão prontos para a crise

Inteligência Artificial

Cibersegurança: conselhos sabem do risco, mas ainda não estão pront...

Os conselheiros veem o risco cibernético, turbinado pela IA, como um dos mais graves do momento. Mesmo assim, ainda faltam competência técnica, informação de qualidade e ensaio para crises

A IA chegou aos conselhos antes da governança

Tendências

A IA chegou aos conselhos antes da governança

Estudo do IBGC mostra que a tecnologia já apoia análises e planejamento estratégico, mas só 20,7% dos membros de boards que a usam têm diretrizes éticas documentadas, e só 31% receberam treinamento específico