O Monte Kilimanjaro é o ponto mais alto da África, com 5.895 metros. E é no topo coberto de neve desse vulcão extinto que o gaúcho Cássio Pantaleoni, presidente do SAS Brasil pretende estar, no dia 8 de agosto, para celebrar seu 57o aniversário. No contexto da economia digital, o Kilimanjaro, diz ele, é um símbolo de que não existem limites, e sim desafios a serem transpostos pelas empresas.
Assim como o filósofo grego Sócrates, Cássio acredita que a forma de construir conhecimento é estimular a troca de ideias. Por isso defende que, em tempos de transformação digital e mudanças velozes que levam à ruptura, os CEOs que buscam a inovação gastem mais tempo perguntando e ouvindo seus colaboradores do que fazendo afirmações. E quanto mais gente melhor. "Pensar fora da caixa não é o CEO ter as ideias, é a gente ouvir todas as ideias possíveis, mesmo as que pareçam as mais absurdas, e analisar aquelas que são mais efetivas".
E aí, ideias como tirar a equipe de vendas da frente de um cliente com potencial de compra de 1 milhão de dólares e pedir a um squad liderado por um jovem de 26 anos para achar o melhor plano para garantir a venda, dão certo e deixam de parecer tão absurdas assim.
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