Enquanto soluções de Inteligência Artificial são cada vez mais usadas em todas as indústrias, crescem também os casos de pessoas que foram bloqueadas por um algoritmo. Os casos mais conhecidos são no recrutamento, como o sistema da Amazon que prejudicava candidatas mulheres, e em pontuações de crédito, que perpetuam o viés racista presente na sociedade.
No entanto, os casos de “cancelamento algorítmico” vão muito além do que se pode imaginar. Seja por causa de problemas históricos em bases de dados ou falhas na hora de treinar o modelo, resultados inexplicáveis e prejudiciais são frequentes em laboratórios, nas empresas e também em espaços públicos. Veja, a seguir, alguns casos neste sentido:
Enquanto os casos acima foram revelados pela imprensa ou divulgados pelos próprios desenvolvedores, há poucos episódios conhecidos de pessoas canceladas por algoritmos no Brasil. Não significa, porém, que não aconteça por aqui.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Pesquisa do MIT SMR e do BCG responde: não! Painel com 31 especialistas globais indica que a supervisão humana em IA exige mais do que verificar outputs: exige julgamento em todo o ciclo de vida dos sistemas.
Em menos de um ano, a taxa de sucesso em testes de autorreplicação saltou de 6% para 81%. O tempo médio de detecção nas empresas ainda é de 10 dias.
Uma onda de organizações que demitiu em nome da IA está refazendo o caminho, só que agora com custos 27% maiores, equipes que perderam a confiança na liderança e o conhecimento institucional que foi embora junto com os funcionários
Mais da metade dos CEOs ouvidos pelo BCG diz que seus conselhos confundem narrativa midiática com realidade operacional da IA; 60% acreditam que estão sendo pressionados a agir rápido demais
A empresa, que investe em educação de colaboradores e clientes sobre IA, se apoia em uma cultura construída ao longo de cinco décadas para se tornar diferencial num mercado em consolidação.
Mas a maioria das empresas ainda não sabe o que fazer com ele. Sua ascensão expõe um paradoxo: a posição cresce três vezes mais rápido que a capacidade de usá-la para transformar o negócio de fato
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
