s
Os atentados de 11 de setembro mudaram drasticamente a indústria de aviação Unsplash/VOO QQQ
SEGURANÇA

Aviação após o 11 de setembro: novas regras e mais tecnologia

O atentado terrorista contra os EUA mudou a experiência de viajar, com a adoção de novos protocolos como scanners de passageiros e o reforço da identificação dos viajantes antes do embarque

Quem viajou para os Estados Unidos antes do 11 de setembro, consegue perceber uma grande diferença entre os atuais procedimentos de segurança dos aeroportos e aqueles que eram aplicados antes dos ataques de 2001 às Torres Gêmeas. No atentado, terroristas sequestraram 4 aviões, o que reverberou na intensificação do controle de passageiros nos terminais e aeronaves em todo o mundo. As mudanças fizeram o governo federal dos EUA gastar mais de US$ 62 bilhões em segurança aeroportuária na primeira década após o ataque.

O diretor de segurança da aviação e cibernética da Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA), Matthew Vaughan, afirmou ao South China Morning Post que as regras globais da aviação foram revisadas oito vezes desde 2001 para garantir que os protocolos de segurança sejam relevantes nas áreas que precisam ser protegidas.

Novos equipamentos de segurança foram adicionados aos aeroportos, alguns logo após o ataque e outros anos depois. Um deles é o scanner de ondas milimétricas, que escaneia todo o corpo dos passageiros para detectar possíveis objetos escondidos sob a roupa. O dispositivo foi adicionado ao processo de embarque em 2010, após um homem-bomba que fracassou em um ataque ser apreendido em um voo.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Quanto mais digital o dinheiro, mais humana é a cibersegurança

Entrevista

Quanto mais digital o dinheiro, mais humana é a cibersegurança

Para Valdir Assef Jr., gerente de Segurança Cibernética da Febraban, "o fator humano define a força do sistema". Em 2026, governança, colaboração e pessoas serão estratégicos.

O verdadeiro gargalo da inovação é a complexidade

Inovação

O verdadeiro gargalo da inovação é a complexidade

WIPO analisa 2.508 capacidades e mostra por que conectar ciência, tecnologia e mercado virou vantagem competitiva

Cortar vagas júnior por causa da IA pode sair caro para CEOs e boards

Tendências

Cortar vagas júnior por causa da IA pode sair caro para CEOs e boards

Ao reduzir a porta de entrada hoje, empresas arriscam perder talentos, cultura e liderança no médio prazo

Direção autônoma: IA redefine escala e mercado

Inovação

Direção autônoma: IA redefine escala e mercado

Modelos VLA, dados sintéticos e estratégias híbridas explicam por que a autonomia avança mais nos serviços do que no carro particular

Da infraestrutura de IA às finanças tokenizadas: como a Gande Aceleração já está redesenhando a economia

Inovação

Da infraestrutura de IA às finanças tokenizadas: como a Gande Aceler...

O Big Ideas 2026, da ARK Invest, mostra como a convergência entre plataformas tecnológicas está acelerando produtividade, consumo digital e a criação de novas infraestruturas financeiras

A cibersegurança em clima de tempestade perfeita

Entrevista

A cibersegurança em clima de tempestade perfeita

A partir de 2026, empresas e países vão precisar mudar seu modelo mental sobre gestão de riscos e cibersegurança, alerta Fabio Maia, pesquisador-chefe do Centro Integrado de Segurança em Sistemas Avançados (CISSA), do CESAR