s
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

A sua empresa é alimentada por IA?

O que falta para chegar lá? Pesquisa da Deloitte aponta os caminhos

É incontestávelque avançamos em direção a um futuro alimentado por IA. Durante a pandemia, os esforços de digitalização levaram muitas empresas a adotar soluções baseadas na tecnologia para enfrentar desafios administrativos e de atendimento ao cliente. Estudo da PwC descobriu que 52% das empresas aceleraram seus planos de adoção da IA, com projeções de gastos globais em sistemas de IA saltarem de US$ 85,3 bilhões em 2021 para mais de US$ 204 bilhões em 2025, de acordo com o IDC.

Embora poucas organizações possam afirmar serem totalmente alimentadas por IA, uma porcentagem significativa e crescente está começando a exibir os comportamentos que podem levá-las até lá, segundo a recém-divulgada pesquisa "State of AI in the Enterprise", da Deloitte. A consultoria define organizações alimentadas por IA como aquelas que aproveitam os dados como um ativo e escalam a IA centrada no ser humano em todos os processos centrais de negócio. Usam a tomada de decisões rápida e baseada em dados para aprimorar as experiências dos clientes (CX) e da força de trabalho (EX). E estabelecem novos modelos operacionais e processos que impulsionam a qualidade, a inovação e a criação de valor sustentáveis.

Os resultados da pesquisa revelamque mais de um quarto dos entrevistados têm mais de cinco aplicações de IA em uso nas suas organizações. Razão dos autores do estudo afirmarem taxativamente que estamos passando da IA difusa para a IA transformacional, e nos aproximando rapidamente do dia em que a IA vai orientar, de forma independente e confiável, a criatividade e as estratégias corporativas.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Da engrenagem do Pix à IA Agêntica: como a Red Hat enxerga o futuro do serviço público no Brasil

Inteligência Artificial

Da engrenagem do Pix à IA Agêntica: como a Red Hat enxerga o futuro...

Jason Corey, VP do Americas Office of Technology da Red Hat, explica por que a abertura entrega mais segurança, como agentes de IA podem modernizar sistemas legados sem interromper serviços e o que coloca o Brasil na vanguarda

Neutralidade de modelo: quando o acesso à IA se torna um risco estratégico

Inteligência Artificial

Neutralidade de modelo: quando o acesso à IA se torna um risco estrat...

O bloqueio dos modelos mais avançados da Anthropic acelerou uma mudança na arquitetura corporativa de IA. A pergunta central deixou de ser qual modelo é melhor e passou a ser quem controla o acesso a ele.

O TSE e o

Inteligência Artificial

O TSE e o "tsunami" da IA: como a Justiça Eleitoral se arma para 2026

Em painel no 6° Congresso de Internet, promovido pela Abranet, o ministro Floriano Azevedo Marques detalhou as regras do TSE sobre Inteligência Artificial, defendeu a "moratória" de conteúdo sintético e explicou por que a IA não poder...

Atenção à luz vermelha da IA

Inteligência Artificial

Atenção à luz vermelha da IA

Em 12 de junho, o governo dos EUA obrigou a Anthropic a desligar Fable 5 e Mythos 5 no mundo todo, 72 horas após o lançamento. Para quem opera sobre IA de fronteira, o acesso passou a ser ativo revogável sem aviso.

A fatura da IA chegou e virou problema de conselho

Inteligência Artificial

A fatura da IA chegou e virou problema de conselho

Token é pingo de torneira: um não custa nada, milhões por dia viram a conta do mês. Assim a IA chegou a 25% dos orçamentos de TI para 2027, desafiando a indústria a ser mais transparente

Anthropic abre o Mythos, modelo que trancou por risco

Inteligência Artificial

Anthropic abre o Mythos, modelo que trancou por risco

Versão Claude Fable 5 estreia um jeito novo de vender IA avançada: quase toda a capacidade do modelo, com um filtro de segurança decidindo o que fica de fora.