Alona Fyshe, professora assistente dos departamentos de Ciência da Computação e Psicologia da Universidade de Alberta, na Austrália, tem se dedicado a estudar os paralelos entre cérebros humanos e as redes neurais artificiais, sobre como aprendem e representam informações. Sua pesquisa se inspira no que sabemos sobre o cérebro para melhorar os modelos de linguagem, tornando-os mais eficientes e eficazes.
Ultimamente, ela usa o ChatGPT com seus alunos, por considerar notável o grande salto dado pela OpenAI em relação a tudo o que vimos anteriormente. “Deram uma noção da classificação entre as coisas que podem ser ditas após uma pergunta. O que é parte do motivo pelo qual é tão bem-sucedido”, explica.
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