A IA Generativa fez com que o público acordasse para a tecnologia de IA. As empresas perceberam ela pode gerar lucro e começaram a implementá-la em muitos produtos e serviços. “Isso fez com que a IA passasse a impactar o nosso mundo de uma forma profunda”, diz Fe-Fei Li, codiretora do Human-Centered AI Institute de Stanford, em entrevista à MIT Technology Review.
Na sua opinião, a IA é uma tecnologia muito, muito poderosa, assim como os pontos de inflexão que a humanidade experimentou na história da nossa civilização, seja o fogo, a eletricidade ou a internet.
No entanto, Li discorda da ideia de que a IA pode destruir o mundo, um dia. Principalmente se tomarmos os devidos cuidados. “Não sei onde chegaremos coletivamente”, diz ela, “mas acho que é muito importante concentrar nossa energia na IA centrada no ser humano”, costuma dizer.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Levantamento com 1.563 profissionais mostra que 62% das empresas brasileiras já detectaram tentativas de ataque, mas quatro em cada dez organizações da América Latina ainda não conseguem enxergar as próprias falhas de segurança
O discurso mudou em Las Vegas: o desafio agora é fazer agentes operarem em escala, com múltiplos modelos, dados sob controle e humanos responsáveis pelas decisões que importam.
O avanço tecnológico depende menos da capacidade de produzir hipóteses do que da capacidade de descartá-las. É o que separa as empresas em que a IA acelera a inovação daquelas em que ela apenas acelera o erro.
Políticas e comitês não bastam quando a autoridade pode expirar no tempo e se ampliar pelo caminho. As empresas terão de construir uma camada capaz de identificar, limitar, revalidar e revogar o poder de cada agente antes que a ação a...
Reguladores, coalizões, protocolos da IETF e produtos tentam evitar que a capacidade de um agente vire autoridade só porque ele encontrou um caminho técnico até a ação.
Quando agentes passam a agir sozinhos, é preciso decidir, no ponto de execução, se a ação ainda está dentro da autoridade que foi concedida.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
