Com o devido mérito, considerando a importância do tema para os negócios e para a sociedade contemporânea, têm recebido bastante atenção os esforços para regular o desenvolvimento e utilização da inteligência artificial (IA), tanto no Brasil, quanto no exterior.
Lá fora, neste mesmo mês de abril do ano passado, a Comissão Europeia propôs Regulamento com o objetivo de harmonizar leis sobre o tema na região. A proposta de Regulamento sugere a categorização de usos de IA em 4 níveis de risco, partindo do nível mínimo e chegando ao risco inaceitável. Nos EUA, apesar da menção a possíveis iniciativas legislativas, a tendência, seguindo a tradição americana, é que a regulação seja setorial e originada em suas agências reguladoras, com destaque para Federal Trade Commission.
Aqui no Brasil os esforços são ainda mais recentes. Em 30 de março último, o Senado Federal instalou comissão responsável por elaborar projeto de regulação para o setor, a qual, como primeiro ato, instituiu prazo, até 13 de maio de 2022, para receber contribuições ao projeto em regime de consulta pública.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
A queda no preço por token amplia demanda e pressiona ROI, enquanto US$ 1,3 trilhão em CapEX redesenha a indústria até 2027.
A automação por IA está deslocando valor da interface para dados, controle e orquestração.
Agentes prometem escala e eficiência, mas expõem limites organizacionais. O diferencial está na capacidade das empresas de gerir IA como rotina operacional.
O que o experimento MoltBook revela sobre o valor econômico, a governança e a liderança em sistemas autônomos.
A economia avança com IA, mas esbarra na qualidade do julgamento humano — um fator ainda ausente das métricas e da governança corporativa.
Pesquisas da PwC e do MIT mostram por que os investimentos em IA avançam mais rápido do que a capacidade das empresas de capturar valor. E por que o problema não é tecnológico, mas estrutural.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
