s
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

A corrida da IA no text-to-video

Nas últimas semanas, OpenAI e o Google revelaram novos modelos e recursos impressionantes, a um ritmo alucinante, cada um deles ampliando os limites do que a IA pode fazer.

Primeiro, a OpenAI deu ao ChatGPT a capacidade de lembrar conversas anteriores com os usuários, bem como seus detalhes e preferências pessoais. Em seguida, o Google lançou seu modelo mais potente, o Gemini 1.0 Ultra, em uma versão ampla. Em seguida, lançou de forma limitada um novo modelo Gemini 1.5 Pro com a mesma capacidade do Ultra, mas em um pacote menor e mais barato. O que torna o 1.5 Pro especial é sua "janela de contexto" notavelmente grande. Pode analisar uma hora de vídeo, 11 horas de áudio ou cerca de sete livros de texto. E, entre seus poderes, criar vídeos a partir de descrições. Na sequência, a OpenAI apresentou o Sora, um novo modelo de geração de texto para vídeo que pode produzir vídeos de um minuto com qualidade impressionante (e algumas alucinações).

O que poucos se deram conta foi que o movimento todo começou quando a Meta (outra concorrente de peso) publicou um artigo sobre a iniciativa V-JEPA (Video Joint Embedding Predictive Architecture). Pesquisadores da empresa encontraram uma forma de exigir menos dos algoritmos. Em vez de pedir aos algoritmos que encontrem padrões em cada píxel em movimento de um vídeo, eles selecionam um trecho importante da cena e pedem ao software para adivinhar, em termos gerais, o que está faltando.

A OpenAI e o Google fizeram seus anúncios focados no tripé:

  • Texto para vídeo: geração de vídeos sem esforço de até 60 segundos a partir de simples solicitações de texto. Há vários exemplos do Sora aqui.
  • Imagem em vídeo: transformação de imagens estáticas em cenas dinâmicas com movimento contínuo.
  • Aprimoramento de vídeo: adição de novas sequências a vídeos pré-existentes.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

A IA limpa o código e esconde as falhas

Inteligência Artificial

A IA limpa o código e esconde as falhas

Estudos apontam menos erros de sintaxe sem avanço equivalente em segurança. O desafio é medir quanto da velocidade de programação resiste ao custo de revisar, corrigir e manter o software.

A IA não vai morar em um lugar só

Inteligência Artificial

A IA não vai morar em um lugar só

Agentes multiplicam a inferência. Custo, latência, privacidade e continuidade decidem onde ela vai acontecer.

O que trava a empresa AI-first

Inteligência Artificial

O que trava a empresa AI-first

Dados do BCG e da MIT Sloan Management Review mostram que a ambição de IA no C-level corre à frente das duas frentes necessárias para sustentá-la: a arquitetura de dados e a competência das equipes. E nenhuma delas tem responsável cl...

Caixa apertado, IA em ascensão: os sinais do agricultor latino-americano em 2026

Inteligência Artificial

Caixa apertado, IA em ascensão: os sinais do agricultor latino-americ...

Estudo global da consultoria mostra produtores cortando gastos com fertilizante e maquinário, adotando biológicos e testando IA Generativa

Desaceleração da IA: uma aposta arriscada

Inteligência Artificial

Desaceleração da IA: uma aposta arriscada

Quanto mais capital depende da velocidade da fronteira, maior o custo econômico de pisar no freio.

Pensamento crítico vale mais na era da IA no trabalho

Inteligência Artificial

Pensamento crítico vale mais na era da IA no trabalho

Pesquisa da WSJ Intelligence e da PMI com 2.507 profissionais mostra que, quanto mais a IA avança no trabalho, mais valiosos ficam julgamento, criatividade e pensamento crítico humanos