A adoção acelerada está transformando a IA de um segmento de software emergente para uma tecnologia crítica no centro da transição do modelo de plataformas para protocolos. Um movimento que a IDC denominou de AI Everywhere, dado o seu potencial para tornar a IA onipresente em todas as áreas funcionais de uma empresa.
Os avanços em aprendizado de máquina, processamento de linguagem natural, IA conversacional e IA de visão computacional estão na vanguarda das inovações de software de IA, arquitetando negócios convergentes e automação de processos de TI, otimizações, previsões e recomendações. "Até 2027, os assistentes digitais GenAI serão a interface padrão para 25% das interações com software empresarias", afirma Ritu Jyoti, vice-presidente de pesquisa em Inteligência Artificial e Automação da consultoria.
Na última semana, Jyoti aparesentou as previsões da IDC para IA em 2024.
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Levantamento com 1.563 profissionais mostra que 62% das empresas brasileiras já detectaram tentativas de ataque, mas quatro em cada dez organizações da América Latina ainda não conseguem enxergar as próprias falhas de segurança
O discurso mudou em Las Vegas: o desafio agora é fazer agentes operarem em escala, com múltiplos modelos, dados sob controle e humanos responsáveis pelas decisões que importam.
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Políticas e comitês não bastam quando a autoridade pode expirar no tempo e se ampliar pelo caminho. As empresas terão de construir uma camada capaz de identificar, limitar, revalidar e revogar o poder de cada agente antes que a ação a...
Reguladores, coalizões, protocolos da IETF e produtos tentam evitar que a capacidade de um agente vire autoridade só porque ele encontrou um caminho técnico até a ação.
Quando agentes passam a agir sozinhos, é preciso decidir, no ponto de execução, se a ação ainda está dentro da autoridade que foi concedida.
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