s
Crédito: Stefan Cosma/Unsplash
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Vale dar um pouco de consciência à IA?

Organizações e corporações internacionais estão correndo para desenvolver diretrizes globais para o uso ético da inteligência artificial

Nas últimas semanas, especialistas de todo o mundo se debruçaram sobre um tema espinhoso: a possibilidade de as máquinas adquirirem autoconsciência quando se tornarem suficientemente complexas. Isoladas, ou operando em rede, elas poderiam adquirir alguma autoconsciência, manifestada em contextos específicos, como quando somos confrontados com informações que nos forçam a reavaliar nosso ambiente e, em seguida, tomar uma decisão executiva sobre o que fazer a seguir, como já fazem alguns robôs?

Pesquisadores de IA, como Yoshua Bengio, diretor da Mila, estão cada dia mais influenciados pela neurociência e determinados a investigar se as redes neurais podem e devem atingir os mesmos níveis elevados de cognição que ocorrem no cérebro humano. A esperança é a de que um nível de percepção análogo à consciência em humanos possa tornar as IAs futuras muito mais inteligentes.

Mas dar às máquinas o poder de pensar assim também acarreta riscos - e incertezas éticas. Por isso, organizações e corporações internacionais estão correndo para desenvolver diretrizes globais para o uso ético da inteligência artificial. Que, quase sempre, passa pela ideia de evitar vieses e desenvolver uma IA mais justa, explicável e responsável.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

A IA entrou no orçamento. Falta entrar no modelo de negócio


Inteligência Artificial

A IA entrou no orçamento. Falta entrar no modelo de negócio


Pesquisas da PwC e do MIT mostram por que os investimentos em IA avançam mais rápido do que a capacidade das empresas de capturar valor. E por que o problema não é tecnológico, mas estrutural.

A IA sai do chat e entra no caixa

Inteligência Artificial

A IA sai do chat e entra no caixa

A Anthropic aposta em agentes pagos; a OpenAI recorre à publicidade para sustentar a escala do ChatGPT.

Paradoxo latino: IA cresce, impacto não

Inteligência Artificial

Paradoxo latino: IA cresce, impacto não

Com ativos estratégicos e escala, o Brasil pode liderar ou perpetuar o descompasso regional.

Decisores estratégicos ainda resistem à IA

Inteligência Artificial

Decisores estratégicos ainda resistem à IA

Apesar da experimentação crescente e de ganhos já percebidos, a governança segue como principal freio à adoção formal da IA e da IA Generativa, segundo a Capgemini.

2026, o ano no qual o Chief AI Officer é o CEO

Inteligência Artificial

2026, o ano no qual o Chief AI Officer é o CEO

O AI Radar 2026 do BCG mostra CEOs assumindo decisões de IA, concentrando capital, risco e governança.

Apple e Google: o acordo que redesenha a IA de consumo

Inteligência Artificial

Apple e Google: o acordo que redesenha a IA de consumo

Mais do que acelerar a Siri, a parceria reorganiza poder quando a IA deixa de ser recurso e vira infraestrutura.