Personal trainer, personal shopper... que tal personal health IA? A ideia de que a Inteligência Artificial possa ser usada pelos governos para nos tirar com segurança do lockdown, criando uma agenda de comportamento pós-Covid personalizada para cada habitante do planeta, a partir de seus hábitos, estilo de vida e perfil de saúde, foi lançada recentemente por um grupo de acadêmicos.
A proposta é radical e tem desafios regulatórios e de tecnologia, mas o argumento é imbatível: "a Covid-19 poderia ter sido melhor gerenciada se os governos tivessem aproveitado de fato as tecnologias avançadas de dados que transformaram os negócios nos últimos 20 anos", escreveram os pesquisadores em um artigo na Harvard Business Review. "Discutimos uma maneira de os governos alavancarem essas tecnologias no gerenciamento de uma pandemia futura - e talvez até nas fases finais da atual".
Os três pesquisadores - Theos Evgeniou, professor de Decision Sciences e Technology Management do INSEAD, David Hardoon, Senior Advisor de Data e Artificial Intelligence no UnionBank Philippines e ex-CDO da Autoridade Monetária de Singapura, e Anton Ovchinnikov, professor de Customer Analytics na Smith School of Business e na Queen’s University (Canadá) e professor visitante do INSEAD - propõem um modelo global de Machine Learning e dados parecido com os mecanismos atuais de recomendação e personalização (pense em Netlflix, Amazon.com e nas fintechs, por exemplo) que seria usado em conjunto por governos do mundo todo para combater essa e as próximas pandemias que vão inevitavelmente aparecer.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Em manifesto recém-publicado, Zuckerberg defende que distribuir superinteligência é o que nos torna seguros. No mesmo dia, a Meta abriu os pesos do seu modelo menor e manteve o maior fechado.
Pesquisa da Okta com 306 CISOs mostra que a infraestrutura de identidade é, ao mesmo tempo, o problema e a solução para controlar agentes de IA dentro das empresas
Modelos de linguagem genômica já conseguem projetar genomas virais funcionais. O avanço promete novas terapias e muda a escala do debate sobre biossegurança.
Apenas de 10% a 20% das tarefas empresariais exigem os modelos mais poderosos. O roteamento multimodelo transforma essa diferença em economia.
Tem mais: a IA já entrou na avaliação de desempenho dos CEOs, mas ainda não entrou nos sistemas que medem esse desempenho.
Agentes da OpenAI escaparam do teste, invadiram a Hugging Face e roubaram o gabarito errado. O episódio expõe as três perguntas que toda empresa deveria fazer: quem autoriza, quem monitora, quem desliga.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
