Nossos Podcasts são uma extensão em áudio das nossas newsletters. São conversas descontraídas sobre inovação disruptiva provocada pela adoção das tecnologias digitais, que mudam hábitos, geram novos modelos de negócio e atropelam quem não presta atenção aos seus sinais. Os bate-papos são realizados semanalmente, com convidados que têm muito conteúdo para compartilhar.
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No Brasil, passamos mais de 9 horas na frente de alguma tela, e 56% das pessoas estão angustiadas pelo tempo que passam com seus celulares. Uma pesquisa da Talk responde à pergunta: "Por que é tão difícil desconectar?"
A IA traz rupturas que nenhuma tecnologia anterior alcançou. O advogado Eduardo Felipe Matias, autor do livro "A Humanidade e o Poder Digital", discute como gerir uma tecnologia cujos impactos de longo prazo ainda estão em aberto.
Como Carolina Alcoforado, diretora-executiva de novos negócios da Melhoramentos, usou um playbook disruptivo para criar a Biona, uma empresa que transforma fibra de eucalipto em biomaterial renovável, inédito, para embalagens.
Conversamos com o empreendedor brasileiro Alexandre Messina, criador do VibeLabs, sobre Vibe Coding. O que é hype, o que é realidade e o que as empresas precisam saber para tirar proveito da tecnologia.
A IA pode ajudar o mercado financeiro a antever movimentos futuros e ganhar dinheiro com isso? Evandro Barros, cientista de dados e estrategista de IA, conta como a tecnologia está impactando em tempo real diferentes fundos e ativos financeiros
Lideranças corporativas querem reduzir a contratação de profissionais em início de carreira por causa da IA. Mas essa decisão pode estar profundamente errada e custar caro no médio prazo. Quem vai pagar essa conta quando ela chegar? Para essa conversa, convidamos Emerson Pinha, CEO da AI Tour
A chegada de anúncios ao ChatGPT inaugura uma nova disputa por verbas, redefine métricas do marketing digital e coloca confiança do usuário no centro da estratégia. Uma conversa com Alexandre Kavinski, líder de Inovação e IA na WPP Media Services
Direto da NRF 2026, Maurício Andrade de Paula, diretor de bens de consumo e varejo na Capgemini, explica por que 2026 é o ano em que saber usar Inteligência Artificial será diferencial competitivo, e o que deve mudar, na prática, para o varejo.
Em 2026, as empresas que quiserem escalar o uso da Inteligência Artificial vão ter que arrumar a casa. Dados, governança, segurança, pessoas treinadas, métricas e processos redesenhados serão essenciais. Sem isso, é dinheiro jogado fora.
A mudança é a única constante do século 21 e continua mais rápida em 2026. Mas tem coisas que nunca mudam, como a nossa lista anual de livros. Os dez escolhidos para 2026 ajudam a entender o presente tecnológico sem perder o contexto, o senso crítico e a humanidade. Bora ler?
Com a chegada da IA, a experiência das pessoas que vão lidar com ela ganha mais valor. Conheça o ROEx (Retorno sobre Repertório Acumulado), uma métrica inovadora criada por Fran Winandy, da Acalântis Services, e Martin Henkel, da SeniorLab.
2026 será o ano da grande requalificação global. Do analista ao CEO, do time de produto ao conselho, todos precisam entender, decidir e agir com base nas novas tecnologias. Conversamos com Paulo Silveira, cofundador e CSO do Grupo Alun, e Tavane Gurdos, diretora de B2B da Alura.
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