Acelerar a inovação é o desafio de todas as empresas que têm planos de avançar e crescer nos próximos anos. E a possibilidade de levar seu problema para um centro de inovação, em que startups, universidades e todo um ecossistema vão trabalhar e acelerar soluções é o melhor dos mundos. É também a proposta do AI-Powered Research & Innovation Center desenvolvido pela Tata Consultancy Services (TCS) no campus do Insper, em São Paulo.
Com um investimento de R$ 50 milhões em dez anos e mais de mil metros quadrados, o centro de inovação faz parte da COIN (Co-Innovation Network) da TCS, rede que conecta mais de 6 mil pesquisadores, startups, universidades (MIT, Cornell Tech, Carnegie Mellon e Imperial College estão na lista) e clientes globais da empresa, assim como os times que estão sempre buscando soluções para problemas complexos. É o mais recente projeto da rede global, que já opera hubs nos Estados Unidos, França, Reino Unido, Cingapura, Japão e Índia, entre outros.
“A proposta do novo centro é acelerar a inovação com foco em desafios práticos”, afirma Bruno Rocha, Country Head da TCS Brasil. Segundo ele, o ecossistema se autoalimenta ao levar conhecimento de um país para outro e compartilhar casos de sucesso, aquilo que funcionou e o pode ser adaptado e testado. Essa troca de aprendizados se dá em uma velocidade acelerada, com projetos rodando durante 8 semanas e com acesso a especialistas em áreas como IA, Robótica, Cloud e Segurança Cibernética. “A rede global da TCS vai ajudar as organizações a estar no limiar do que acontece no mundo inteiro em tecnologia”, afirma Rocha. Nesse primeiro trimestre, cinco empresas trarão seus problemas para o centro de inovação (ou Pace Port). “A gente começa com o problema e ativa a rede global”, diz. “No final, apresentamos caminhos e protótipos viáveis. E isso não tem custo para o cliente.”
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