Lideranças precisam saber o que a IA e a GenAI podem fazer se quiserem tomar as decisões mais informadas sobre onde apostar na tecnologia, atrair os melhores talentos e dominar a arte de imaginar o possível. Também devem cultivar velocidade e força para investir estrategicamente, acelerar a adoção e, ao mesmo tempo, construir resistência para manter o ímpeto e ter agilidade para seguir o movimento dinâmico da tecnologia.
“O nível de dedicação necessário não é diferente daquele de um atleta de elite”, explicam analistas do BCG. CEOs precisam de uma rotina de “treino” para garantir que suas organizações atinjam o desempenho máximo de IA. Como qualquer rotina de exercícios, o treino de IA deve ser construído em torno das metas e necessidades individuais. Mas quatro etapas são essenciais, segundo a equipe do BCG.
Já passou da hora de as lideranças ficarem “em forma para a transformação da IA”. A trajetória de IA será moldada por suas decisões estratégicas. Principalmente agora, que a IA corporativa está prestes a ganhar escala: 50% dos casos de uso de IA atingem alguns ou todos os seus objetivos de negócios, com um quinto não alcançando nenhum valor ou sendo cancelado após a implantação, revela a mais recente edição do "AI Business Value Radar", recém-publicado pela Infosys.
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