Outra semana, outro modelo de raciocínio. Desta vez, o Claude 3.7 Sonnet, que a Anthropic diz ser o primeiro modelo de IA de “raciocínio híbrido”, com tempo de pensamento controlável. É possível controlar por quanto tempo o modelo pensa e ajustar entre velocidade, custo e qualidade de saída.
Acontece que esse lançamento, somado ao da semana passada – o Grok 3, da xAI – já começa a ser encarado pelo mercado não apenas como mais uma atualização de modelo, mas como parte de uma tendência mais ampla e significativa. Os principais laboratórios de IA estão convergindo rapidamente para capacidades semelhantes, com modelos focados em raciocínio, se tornando o novo padrão em todo o setor.
O Claude 3.7, desta vez,melhorou sob vários aspectos:
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
A queda no preço por token amplia demanda e pressiona ROI, enquanto US$ 1,3 trilhão em CapEX redesenha a indústria até 2027.
A automação por IA está deslocando valor da interface para dados, controle e orquestração.
Agentes prometem escala e eficiência, mas expõem limites organizacionais. O diferencial está na capacidade das empresas de gerir IA como rotina operacional.
O que o experimento MoltBook revela sobre o valor econômico, a governança e a liderança em sistemas autônomos.
A economia avança com IA, mas esbarra na qualidade do julgamento humano — um fator ainda ausente das métricas e da governança corporativa.
Pesquisas da PwC e do MIT mostram por que os investimentos em IA avançam mais rápido do que a capacidade das empresas de capturar valor. E por que o problema não é tecnológico, mas estrutural.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
