Até 2026, 5% dos funcionários se envolverão com o uso não autorizado de IA em suas organizações, segundo o Gartner. E esta é uma estimativa conservadora, na opinião de Avivah Litan, VP analyst da consultoria. “Diariamente, sou procurado por pessoas querendo saber como impedir que seus funcionários usem o ChatGPT”, diz ele.
A ascensão da IA Generativa está levando a um aumento preocupante da Shadow AI — o uso da tecnologia sem qualquer supervisão corporativa e barreiras de proteção. Comportamento que pode expor informações confidenciais e proprietárias à visão pública, indevidamente, comprometendo a privacidade, a propriedade intelectual e até outros direitos, levando a penalidades regulatórias. Aconteceu em abril, quando funcionários da Samsung vazaram inadvertidamente dados internos confidenciais para o ChatGPT — um incidente que colocou os líderes de TI em alerta máximo. No susto, a empresa proibiu temporariamente o uso de tecnologia pelos funcionários. Adiantou?
Para muitos especialistas, a IA Generativa chegou para ficar; e, em muitos casos, proibi-la só tornará as sombras mais escuras. É quase impossível acompanhar a lista crescente de ferramentas generativas de IA lançadas e atualizadas em 2023. A maioria delas tem versões gratuitas acessíveis na Internet por meio do browser. “Os funcionários vão usá-las. Se não fizermos nada a respeito, eles não terão escolha a não ser usá-las por conta própria”, afirma Chan, CIO da Avnet.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Memória persistente transforma sistemas de IA em infraestruturas de identidade, sem mecanismos claros de explicação, correção ou limites de uso.
Novo relatório do EIC mapeia avanços em IA, materiais avançados, computação quântica e biotecnologia que começam a ganhar escala na corrida global pela inovação
Por razões técnicas e estratégicas, a AI Integrity emerge como o próximo campo crítico da segurança corporativa
Sequoia aposta em empresas que entregam resultados, não ferramentas. Mas há um problema, segundo os críticos: quando a IA substitui o trabalho, o valor desse trabalho pode desaparecer.
Avanços técnicos e crescimento acelerado ocultam um deslocamento mais profundo: a disputa deixa a infraestrutura e migra para a execução e o design da interação.
Em entrevista, Federico Grosso, vice-presidente da ServiceNow para a América Latina, fala sobre os planos da companhia para a região e explica porque a governança é prioritária para cuidar de uma força de trabalho de agentes autônomo...
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
