A demanda por talentos de IA está em alta, mas a oferta é extremamente limitada. Para atrair e reter esses recrutas altamente valorizados, as empresas precisam se destacar em quatro áreas, diz um novo estudo do BCG.
Só ao entender as necessidades exclusivas dos talentos de IA e oferecer uma proposta de valor impressionante para os funcionários, as empresas poderão construir uma vantagem de IA de longo prazo, dizem os analistas.
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Empresas que usam o humano para guiar decisões sob incerteza constroem agentes mais confiáveis, governáveis e difíceis de copiar.
Relatório global da Capgemini mostra por que tecnologia não é mais o gargalo — e como a lentidão organizacional ameaça a competitividade.
A tecnologia amadureceu. Porém, organizações, processos e governança não acompanharam a velocidade da IA em escala.
A equação "IA + supervisão humana" redefine aprendizagem, reduz desigualdades e cria novo padrão de qualificação. A IA vira infraestrutura cognitiva, reconfigurando talento, ensino e competitividade.
Em 2026, o maior risco de IA pode ser o excesso de modelos e a ausência de integração. O contexto se perde. E o ROI também.
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