A Neurociência e a IA têm uma parceria história. Os pioneiros da IA olharam para os princípios da organização do cérebro como inspiração para fazer máquinas inteligentes. Agora, a IA está ajudando os neurocientistas a entender sua própria fonte de inspiração, o cérebro humano, através da NeuroAI. Ela está ajudando os nerocientistas a lidar com questões sobre o funcionamento do cérebro construindo modelos de sistemas neurológicos em computadores.
Ao longo da próxima década, eles acreditam que será possível tornar os modelos cerebrais in silico cada vez mais precisos. Como resultado, será possível baixar e usar modelos sensoriais, sob demanda, com a mesma conveniência com que fazemos reconhecimento de objetos ou processamento de linguagem natural. Para o quê?
Os neurocientistas veem muitas aplicações práticas da NeuroAI na indústria. Principalmente na arte e na publicidade, especialmente quando conectada a novos modelos generativos de IA, como GPT-3 e DALL-E. Os atuais modelos de IA já produzem arte, mas ainda são incapazes de dizer se essa arte comunicará uma mensagem ao público-alvo, argumentam. Já a NeuroAI pode ns ajudar a produzir mídia que comunique exatamente o que queremos. Já pensou?
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