Apenas de 10% a 20% das tarefas empresariais exigem os modelos mais poderosos. O roteamento multimodelo transforma essa diferença em economia.
Tem mais: a IA já entrou na avaliação de desempenho dos CEOs, mas ainda não entrou nos sistemas que medem esse desempenho.
Levantamento da KPMG com 1.013 líderes financeiros em 20 países mostra que governança e prontidão para auditoria, não o volume de investimento — separam quem lucra com IA de quem só experimenta
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