Empresas que usam o humano para guiar decisões sob incerteza constroem agentes mais confiáveis, governáveis e difíceis de copiar.
A equação "IA + supervisão humana" redefine aprendizagem, reduz desigualdades e cria novo padrão de qualificação. A IA vira infraestrutura cognitiva, reconfigurando talento, ensino e competitividade.
Para que a IA gere valor real, as empresas precisam abandonar pilotos isolados e investir no que torna o trabalho mais humano
Muitas organizações têm dificuldade em transformar a IA Agêntica em ROI. Desafios estruturais como governança, déficit técnico, custo e confiança ainda limitam o impacto desejado
Depois de usuários e desenvolvedores, chegou a vez dos agentes autônomos se tornarem protagonistas do design de sistemas.
Diego Cançado detalha foco em PMEs, decisões quarter a quarter e como “1 centavo por pacote” muda o jogo
Desconfiança e falta de estrutura freiam adoção, apesar do alto potencial de ROI
Com IA, o valor do SaaS deixa de ser o número de usuários e passa a ser o quanto o software trabalha por você. E isso muda tudo
Os agentes de IA saem da fase experimental e assumem o papel de motor estratégico das empresas, exigindo novas métricas, requalificação e foco em inclusão digital
Apesar do uso pessoal elevado, o uso de IA dentro das empresas estagnou em 51%. Estudo global do BCG mostra que treinamento, ferramentas e apoio da liderança são cruciais para capturar valor e reduzir o medo da substituição por máquina...
Em entrevista à The Shift, Marcelo Braga, presidente da IBM Brasil, defende que a IA não é só uma tecnologia, mas uma transformação estrutural que exige experimentação, letramento no topo e uma nova forma de liderar
Agentes de IA já dividem tarefas com humanos e exigem novas estruturas de trabalho, gestão e confiança nas organizações
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