Está ruim para respirar? O Brasil registrou 68.635 focos de queimadas em agosto de 2024. A região Centro-Oeste foi a que teve mais focos de queimadas. Três estados somam 56,46% de todos os registros, segundo monitoramento do INPE. O resultado está entre os cinco piores da história. Entre os biomas, a Região Amazônica representa 55,8% dos registros, seguidos por Cerrado com 27,1%, Mata Atlântica com 8,8%, Pantanal com 6,4%, Catinga com 1,8% e Pampa, com 0,1% dos focos.
No primeiro semestre deste ano, o Brasil teve o maior índice de emissões de CO2 causadas por incêndios florestais e queimadas nos últimos 20 anos, segundo o acompanhamento do observatório europeu Copernicus. Antes mesmo de se completarem os primeiros seis meses do ano, o país já emitiu 81,8 milhões de toneladas de CO2 equivalente (t/CO2e), cerca de 22 megatoneladas de carbono, um padrão não registrado pelo sistema desde 2005. E o segundo semestre começou mal: o número de focos de incêndio na Amazônia no mês de agosto atingiu o maior nível desde 2010.
O problema é global. Regiões que antes raramente enfrentavam incêndios florestais agora estão lutando contra eles, com algumas áreas do planeta sofrendo com incêndios devastadores o ano todo. Somente em agosto, incêndios na capital da Grécia atingiram 400 quilômetros quadrados e forçaram a evacuação de moradores de Atenas. No Canadá, entre janeiro e julho de 2023, 9,5 milhões de hectares foram devastados, o equivalente à superfície de área de Portugal.
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