O mundo das vitaminas e suplementos pode ser perturbador. São tantas variedades, dosagens, formas e combinações que pode parecer impossível saber como escolher as mais indicadas para suprir nossas necessidades. É por isso que uma nova safra de empresas está procurando revolucionar o mercado de vitaminas, que vale US$ 80 bilhões, oferecendo vitaminas personalizadas e mais convenientes. Um modelo de negócio que Augusto Cruz Neto estudou profundamente antes de fundar a Vitamine-se, em 2021.
Com uma trajetória de sucesso no mercado publicitário - fundou a Airfluencers e também a Mood, agência adquirida pela TBWA em 2014 - Cruz Neto sempre prestou muita atenção no comportamento dos consumidores. Durante uma consultoria de marketing para a Cimed, percebeu que a personalização era uma tendência em alta no mercado farmacêutico. E já muito forte no e-commerce. Principalmente relacionada aos segmentos de beleza, estética e bem-estar, que inclui o consumo de vitaminas e suplementos alimentares.
“Conheci empresas norte-americanas muito bacanas e aí veio a vontade de fazer algo semelhante no Brasil”, diz. “Oferecer uma experiência simples, capaz de motivar as pessoas a fazer da ingestão das vitaminas um hábito tão benéfico quanto o da prática de exercícios físicos”.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Marina Menin detalha como a plataforma PRO Carbono da Bayer conecta ciência, dados primários e mercado para tornar a agricultura regenerativa um motor de produtividade, renda e descarbonização na América Latina
Para Valdir Assef Jr., gerente de Segurança Cibernética da Febraban, "o fator humano define a força do sistema". Em 2026, governança, colaboração e pessoas serão estratégicos.
Para Per Edin, executivo global de IA e advisory da KPMG, a autonomia dos agentes exige dos conselhos corporativos um novo modelo de governança, valor e accountability
A partir de 2026, empresas e países vão precisar mudar seu modelo mental sobre gestão de riscos e cibersegurança, alerta Fabio Maia, pesquisador-chefe do Centro Integrado de Segurança em Sistemas Avançados (CISSA), do CESAR
Richard Harmon, da Red Hat, analisa o papel do código aberto, da governança e da arquitetura moderna na transformação do sistema financeiro brasileiro
E visão computacional, gestão do conhecimento e governança são as verdadeiras alavancas competitivas, afirma Marcelo Noronha, CEO da Mr. Turing.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
