s
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Vibe coding encontra a realidade corporativa

O pico de expectativas sobre vibe coding está cedendo lugar a um uso mais controlado. Em protótipos e automações locais, funciona. Em produção, sem governança, vira dívida técnica e risco.

Quando Andrej Karpathy cunhou o termo vibe coding no início de 2025, o entusiasmo foi imediato. A promessa soava irresistível: bastava conversar com uma IA, descrever o que se queria — “crie um app de entregas”, “adicione login seguro”, “implemente pagamentos” — e o código simplesmente surgia. O gesto de programar parecia libertar‑se da sintaxe e do teclado, tornando‑se um ato de imaginação guiada por prompts.

Impulsionado por LLMs, o conceito prometia democratizar o desenvolvimento, permitindo que não‑programadores descrevessem funcionalidades numa caixa de texto e recebessem o código. O papel do engenheiro mudaria para o de curador: testar, orientar e ajustar a IA.

O que os dados de 2025 dizem. O DORA 2025 indica adoção quase universal: cerca de 90% dos profissionais de tecnologia já usam IA no trabalho. A principal conclusão é simples: IA é um amplificador — acelera times com boas práticas e expõe gargalos onde processos são frágeis. Há “confie, mas verifique”: a maioria relata ganhos, mas mantém ceticismo e revisão crítica como padrão.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Ciberataques no Brasil: o que revela o ESET Security Report 2026

Inteligência Artificial

Ciberataques no Brasil: o que revela o ESET Security Report 2026

Levantamento com 1.563 profissionais mostra que 62% das empresas brasileiras já detectaram tentativas de ataque, mas quatro em cada dez organizações da América Latina ainda não conseguem enxergar as próprias falhas de segurança

Na Ai4, a IA deixa o palco e entra na operação

Inteligência Artificial

Na Ai4, a IA deixa o palco e entra na operação

O discurso mudou em Las Vegas: o desafio agora é fazer agentes operarem em escala, com múltiplos modelos, dados sob controle e humanos responsáveis pelas decisões que importam.

Por Sergio Larentis *
Dez vezes mais ideias, o mesmo filtro

Inteligência Artificial

Dez vezes mais ideias, o mesmo filtro

O avanço tecnológico depende menos da capacidade de produzir hipóteses do que da capacidade de descartá-las. É o que separa as empresas em que a IA acelera a inovação daquelas em que ela apenas acelera o erro.

A governança de agentes precisa virar infraestrutura

Inteligência Artificial

A governança de agentes precisa virar infraestrutura

Políticas e comitês não bastam quando a autoridade pode expirar no tempo e se ampliar pelo caminho. As empresas terão de construir uma camada capaz de identificar, limitar, revalidar e revogar o poder de cada agente antes que a ação a...

A IA ganha autoridade pelo caminho. Uma camada de infraestrutura corre para impedir

Inteligência Artificial

A IA ganha autoridade pelo caminho. Uma camada de infraestrutura corre...

Reguladores, coalizões, protocolos da IETF e produtos tentam evitar que a capacidade de um agente vire autoridade só porque ele encontrou um caminho técnico até a ação.

A governança de IA ganha uma nova fronteira: a execução

Inteligência Artificial

A governança de IA ganha uma nova fronteira: a execução

Quando agentes passam a agir sozinhos, é preciso decidir, no ponto de execução, se a ação ainda está dentro da autoridade que foi concedida.