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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Redes neurais precisam dormir para evitar estresse

Redes neurais que imitam o cérebro biológico ficam instáveis após longos períodos de trabalho; ondas lentas ajudam o sistema a se estabilizar

A Inteligência Artificial avança tão rápido no sentido de se assemelhar ao cérebro humano que está imitando aspectos do seu funcionamento. Uma pesquisa realizada no Laboratório Nacional de Los Alamos, nos EUA, notou que um determinado sistema de IA fica “estressado” após longo período de trabalho e precisa de algumas horas de sono para se estabilizar. 

Este comportamento é específico de redes neurais “spiking”, que são sistemas com diversos algoritmos que mimetizam a atividade dos neurônios biológicos. Portanto, não se aplica às redes neurais artificiais, tradicionalmente usadas em pesquisas da área e aplicações comerciais. 

“A grande maioria dos pesquisadores em machine learning, deep learning e IA nunca encontra essa instabilidade porque, nos próprios sistemas artificiais que estudam, eles podem se dar ao luxo de realizar operações matemáticas que não têm equivalente em neurônios vivos”, explica Garret Kenyon, neurocientista e um dos coautores do estudo. 

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